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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Incêndios | Combate ao fogo de Vila de Rei e Mação foi “bem feito”, garante MAI

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, considerou hoje que o combate ao incêndio de Vila de Rei e de Mação foi “bem feito” e que ocorreu “uma articulação extremamente qualificada” dos meios no terreno.

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“Este foi um combate bem feito, num incêndio particularmente difícil, num incêndio que começou num conjunto de circunstâncias estranhas, cinco incêndios a começarem numa zona muito próxima à mesma hora, três deles adquiriram grande dimensão, o maior o de Vila de Rei, naturalmente, que teve uma evolução muito difícil, como já referi”, disse o governante.

Segundo Eduardo Cabrita, “a orientação estratégica definida o ano passado, que já foi testada o ano passado com resultados encorajadores, desta vez teve resultados ainda mais positivos”.

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O ministro da Administração Interna falava hoje aos jornalistas, na Guarda, à margem da inauguração de um sistema de videovigilância para deteção de incêndios rurais no território da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE).

“E aquilo que funcionou aqui [no incêndio de Vila de Rei e de Mação] foi uma articulação extremamente qualificada, coordenada pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, mas que envolveu” bombeiros voluntários “de Beja ao Porto”, bombeiros profissionais, sapadores florestais, as Forças Armadas e estruturas de apoio (ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, AGIF – Agência para a Gestão Integrada dos Fogos Rurais, Segurança Social, INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica e Cruz Vermelha), acrescentou.

O ministro observou que o incêndio que atingiu grandes proporções traduziu-se “no primeiro incêndio de grande dimensão deste ano sem qualquer vítima mortal”.

“E com um nível de danos que nos permitiu, por exemplo, comparando com o de Monchique, o ano passado, não ter sido necessário evacuações significativas, porque atempadamente foram feitas as intervenções de proteção de aglomerados”, rematou.

Eduardo Cabrita referiu ainda que o Governo tem “toda a solidariedade com as pessoas que estão na área mais diretamente afetada por este ou por qualquer outro incêndio”.

Agência de Notícias de Portugal

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1 COMENTÁRIO

  1. Nestas alturas é que sente a falta que os Governadores Civis fazem. Naquele tempo em que havia Governadores Civis, os mesmos tinham um papel importante em tudo o que respeitasse à Protecção Civil e eram respeitados e ouvidos pelos politicos fossem eles Presidentes de Câmara ou mesmo Ministros… mas acabaram com eles…

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