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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Incêndios | CIM Médio Tejo quer medidas excecionais para com municípios afetados

O Conselho Intermunicipal da CIM do Médio Tejo deliberou esta quinta-feira, por unanimidade, manifestar a total solidariedade para com os municípios de Mação, Sertã e Vila de Rei, que foram assolados pelos incêndios do passado fim de semana, e considerou ser “fundamental” a criação de mecanismos excecionais de forma a minorar os terríveis impactos de todo este flagelo.

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A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo realça que este “fenómeno” assume um “caráter excecional dado que do ponto de vista ambiental existem hoje concelhos na região com a quase totalidade de área florestal ardida”, situação que, defende, “tem de merecer a atenção e a tomada de decisão” conforme essa mesma excecionalidade.

Em comunicado, a CIM do Médio Tejo considera “fundamental a criação de mecanismos excecionais de forma a minorar os terríveis impactos de todo este flagelo, não descurando o necessário apoio a particulares, a infraestruturas, e demais agentes locais afetados pelos incêndios”.

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Para os autarcas da região do Médio Tejo é “crucial que existam ações que impliquem a conjugação de esforços entre as diversas entidades públicas (centrais e locais), que promovam uma inversão do atual quadro e o desenvolvimento destes territórios do interior, que têm sido fustigados constantemente com os incêndios florestais”.

Na mesma nota, a CIMT lembra que estes incêndios “potenciam a desertificação populacional e o desinvestimento nestes territórios unanimemente considerados prioritários”.

Com uma população na ordem dos 250 mil habitantes, a CIMT é composta pelos municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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