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Incêndios: Cáritas paga reconstrução das duas casas que arderam em Abrantes e Sardoal

As despesas de reconstrução das duas casas consumidas pelas chamas em Carvalhal (Abrantes) e São Simão (Sardoal) na semana passada vão ser asseguradas pela Cáritas Diocesana de Portalegre – Castelo Branco, disse hoje fonte da instituição, um investimento que rondará os 55 mil euros.

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“Depois de reunir com as famílias, com as autarquias e de visitar as habitações destruídas pelos incêndios, decidimos de imediato que iríamos assegurar o pagamento da reconstrução das duas habitações”, disse ao mediotejo.net o presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre – Castelo Branco, Elicídio Bilé, tendo estimado um valor na ordem dos 55.000 euros para as duas empreitadas.

“A recuperação da habitação de São Simão, em Sardoal, precisa de um investimento superior a 40.000 euros, e a habitação em Carvalhal, Abrantes, entre os 10.000 a 15.000 euros”, estimou Bilé, no seguimento do incêndio que devastou mais de 2.000 hectares naqueles dois municípios nos passados dias 23 e 24 de agosto.

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O levantamento dos prejuízos situa o investimento perto dos 55.000 euros, valor que pode subir uma vez que a empreitada inclui melhoramentos considerados necessários para a aumentar a qualidade de vida da família.

Entre as alterações previstas estão o soalho e os barrotes de madeira “que serão substituídos por outros materiais modernos que vão ao encontro das regras de construção atuais”.

O responsável da Cáritas disse ainda que, apesar de aguardar pelos orçamentos finais das empresas contactadas, as obras “devem avançar muito rapidamente, até à segunda quinzena de setembro”, para que estas famílias possam passar o inverno já nas suas habitações, tendo em conta que o telhado e sótão das duas casas arderam por completo.

Elicídio Bilé disse que este apoio decorre no âmbito de uma campanha nacional para recolha de donativos, “primeiro para a Madeira, depois para o continente”, tendo feito notar que a Cáritas “dispõe assim de alguma verba para poder reabilitar as habitações destruídas e ajudar estas famílias”.

No caso concreto do distrito de Santarém, avançou, “estes são os únicos dois casos este ano reportados à Diocese” de Portalegre – Castelo Branco, tendo aquele responsável afirmado que estes casos que derivam de incêndios estão sob observação atenta da instituição.

“Desde os grandes incêndios de 2003 e 2005”, que afetaram particularmente os municípios no norte do distrito de Santarém, e também alguns de Castelo Branco e Portalegre, “que a nossa Diocese apoiou e recuperou 8 habitações integralmente e 18 parcialmente. Essa experiência alerta-nos para este tipo de situações”, destacou.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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