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Segunda-feira, Outubro 25, 2021

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Incêndios | Cáritas de Portalegre e Castelo Branco apoiou 96 famílias

A Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco anunciou hoje que apoiou 96 famílias vítimas dos incêndios florestais em 2017, tendo investido mais de 467 mil euros na reconstrução de casas entre outros equipamentos destruídos pelas chamas.

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De acordo com o relatório final hoje divulgado sobre os incêndios florestais de 2017, aquela entidade explica que foi assumido o compromisso na “reconstrução de 16 casas, equipamentos para duas empresas, 39 currais e anexos agrícolas e, a mais 39 famílias, a reconstrução de muros, vedações e condutas de água”.

No documento, a Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco explica que, para dar resposta aos incêndios que afetaram o concelho da Sertã (na sequência do incêndio de Pedrógão Grande) e na zona do Pinhal Interior, recorreu ao Fundo “Cáritas com Portugal, abraça vítimas dos incêndios”, com um valor de “562. 761,55 mil euros”, de acordo com as “estimativas de custos iniciais”.

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Desta verba, acrescenta a instituição, foram utilizados “467.695, 06 euros” na reconstrução e apoios assumidos, dos quais “5%” desta quantia serviu para as “despesas decorrentes da gestão deste projeto”, a que corresponde “23.384,75 euros”.

“O remanescente, 71.681,84 euros, será devolvido ao fundo gerido pela Cáritas Portuguesa, caso não seja utilizado em situações ainda não detetadas, relacionadas com os incêndios de 2017 e 2018”, lê-se no documento.

O relatório final, assinado pelo presidente da Cáritas de Portalegre e Castelo Branco, Elícidio Bilé, lança ainda alguns alertas para os problemas relacionados com a interioridade.

“Com os fogos florestais do verão de 2017 e as mortes que provocou, mais do que a morte das vítimas (humanas, fauna e flora), morre um pouco da esperança de quem vive no interior do país, triste, envelhecido, desertificado, que as imagens fotográficas e auditivas nos revelaram”, alerta.

No entanto, Elicidio Bilé espera que permaneça a “esperança” de que “tudo aquilo que falhou em 2017, não se repita no futuro”.

“Que a política seja dignificada pela atenção cuidada que as populações do interior necessitam. Que o ordenamento florestal seja uma das prioridades em termos de prevenção das catástrofes a que todos os anos assistimos”, lê-se ainda nas conclusões do relatório.

 

Agência de Notícias de Portugal

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