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Incêndios | 24 corporações do distrito de Santarém combatem fogo em Proença-A-Nova

O fogo que deflagrou em Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, no domingo, está com cerca de 90% do perímetro dominado e os trabalhos de combate “decorrem muito favoravelmente”, disse hoje a Proteção Civil. A força do incêndio levou a que, das 28 corporações do distrito de Santarém, 24 fosse para o terreno com 101 operacionais e 35 viatura apoiar no combate às chamas.

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No encontro com os jornalistas, Luís Belo Costa, Comandante Operacional de Agrupamento Distrital do Centro Sul e Comandante das Operações de Socorro, disse ainda esperar que, “lá mais para o final do dia, início da noite”, o fogo possa “chegar à situação de dominado”.

“Estamos numa situação extraordinariamente favorável, estamos com a situação muito controlada. Não esperamos vir a ter surpresas relativamente a eventuais progressões mais violentas, mas, ainda assim, não temos todo o perímetro, como desejaríamos, completamente extinto”, concluiu.

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Em relação às dificuldades sentidas durante o combate às chamas, o Comandante das Operações de Socorro referiu as elevadas temperaturas e o vento forte, sobretudo na fase inicial, a orografia e o coberto vegetal.

O responsável observou ainda que, apesar da extensa área atingida pelas chamas, os meios no terreno conseguiram evitar que o fogo atingisse aldeias.

Acrescentou que não há vítimas civis a lamentar e, em relação a danos materiais, embora o levantamento não esteja feito, os dados disponíveis indicam que os existentes não são danos muito significativos.

O incêndio de Proença-a-Nova, que deflagrou no domingo à tarde alastrou aos concelhos de Oleiros e Castelo Branco.

De acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANPC), pelas 10:30, o incêndio estava a ser combatido por 1.014 operacionais, auxiliados por 335 veículos e seis meios aéreos.

c/LUSA

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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