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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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Idosos de Alcanena reclamam reabertura de projeto de hidroterapia que funciona há 13 anos

Os utentes do centro de saúde de Alcanena que integram o projeto “Mexer na Água” entregaram um abaixo-assinado no Agrupamento de Centros de Saúde do Médio Tejo contestando o fim dos tratamentos.

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Estes utentes prometem manifestar-se publicamente se não forem atendidos.

Maria Celeste Correia, que há sete anos é uma das utentes que tem beneficiado dos tratamentos de fisioterapia nas piscinas municipais de Alcanena, disse à Lusa que o projeto este ano não arrancou em setembro/outubro, como vinha sendo habitual desde que se iniciou há 13 anos, alegadamente por “divergências internas no ACES” Médio Tejo.

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“Como sempre, pedimos as credenciais aos nossos médicos de família, mas não há maneira de termos resposta”, disse, adiantando que foi entregue esta semana um abaixo-assinado subscrito por parte da meia centena de utentes do projeto, “porque não é fácil encontrar todos”, uma vez que as sessões não se realizam.

Contactada pela Lusa, a coordenação do ACES Médio Tejo respondeu não estar, de momento, em “condições para responder ao solicitado”, remetendo para a próxima semana uma resposta à questão sobre se o projeto foi encerrado e, se sim, quais as razões que o determinaram.

Celeste Correia afirmou que a falta dos tratamentos de hidroterapia, que frequenta devido a lesões na coluna, nos ombros e nos joelhos, lhe está a provocar “muitas limitações”.

Segundo disse, a fisioterapeuta que iniciou o projeto “Mexer na Água”, que tem funcionado ao abrigo de um protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Alcanena, proprietária das piscinas municipais, e o ACES Médio Tejo, criou dois grupos para tratamentos diferenciados por graus de gravidade, pagando os utentes uma taxa moderadora por cada sessão que frequentam (duas por semana).

“Dá a entender que é uma embirração e está a prejudicar a todos nós. Faz-nos tanta falta”, afirmou, sublinhando a vontade de, se não houver resposta positiva ao abaixo-assinado, marcharem até Lisboa para que alguém oiça a sua voz.

Agência de Notícias de Portugal

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