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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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“Idiotas ou… simplesmente imbecis”, por Nuno Pedro

“Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até ao nível dele e depois vence-te em experiência”, Mark Twain

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A experiência de vida tem-me levado, cada vez com maior critério, a distinguir aquilo que é acessório do que realmente importa. Num quotidiano em que as batalhas são diárias, fruto de uma concorrência desmedida e muitas vezes travadas sem conhecermos o “inimigo” – por vezes guerreamos até com nós próprios – há quem continue obstinado em ser protagonista da velha metáfora “esqueleto no armário”.

Talvez por isso me tenha vindo ao pensamento a célebre frase do pensador Mark Twain, acima transcrita, e que elucida da melhor forma a postura a adoptar quando nos deparamos com os tais idiotas ou… simplesmente imbecis.

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Daí não entrar no campo da discussão. Até porque seria uma guerra que estaria vencida por antecipação. É como ganhar um jogo por falta de comparência do adversário. Com uma agravante. O palco seria enorme e o artista achar-se-ia uma estrela. Iluminada por algo cuja grandeza se encarregaria de exorbitar. Com um senão. A ausência de juízo. Não o final. Mas aquele que se traduz em inteligência. E quando alguém não é possuidor dessa faculdade, por muito diminuta que seja, estamos conversados. Ou não. Porque se estivéssemos não estaria aqui a gastar a paciência de todos vós com estas linhas. Poderia fazê-lo numa dessas redes sociais que veio revolucionar o mundo da comunicação. Por exemplo naquela criada por Mark Zuckerberg: o Facebook. Com tanta virtude mas igualmente munida de formas, de meios, para ser utilizada por quem faz da cobardia uma das características supremas da sua personalidade. Dizer que tem personalidade é demasiado simpático.

Mas ele move-se. Como os seus dedinhos, num qualquer conjunto de teclas, sejam elas de um computador ou simplesmente de um telemóvel. Até porque está sempre ali ao lado. Talvez se assim não fosse, evitavam-se escritos dos quais acabamos por nos arrepender. Ou não. Como deverá ser o caso, dado o grau de estupidez do jumento (perdoem-me os da família dos equídeos).

Confesso, poderia hoje estar arrependido, muito arrependido. Se tivesse feito aquele click. O decisivo. Na tecla. Do telemóvel. Concretizando a publicação da resposta. Ao imbecil. Felizmente, o ímpeto foi travado. Com dificuldade. Mas foi. Porque lembrei-me de Mark Twain. Porque jamais discutiria com um idiota.

Questionará o estimado leitor o porquê de não chamar os bois pelos nomes? Fácil, porque o “imbecil” em questão nem o cognome de BOI merece que lhe seja atribuído. Porque nenhum quadrúpede ruminante merece ser assemelhado a tão abjecta criatura. Apenas lhe desejo que corra. Continue a correr. Por Abrantes. Pelos abrantinos. Por esse amor e preocupação pela cidade que só agora descobriu. Ainda bem, porque nunca é tarde. Mas porque correr faz bem à saúde. Mas também ao espírito. E a quem o tem fraco… Ui Ui.

Com uma vida ligada ao futebol, particularmente enquanto dirigente, Nuno Pedro, abrantino, 46 anos, integra desde 2008 o quadro de Delegados da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e mais recentemente a direcção da Associação de Futebol de Lisboa mas, acima de tudo, tem uma enorme paixão pela modalidade. Escreve no mediotejo.net de forma regular.

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