Idai | Ourém envia mensagem solidária a Moçambique em geminação com Monapo

O município de Ourém estabeleceu em 2001 uma geminação com o município de Monapo, em Moçambique. Face à situação de catástrofe provocada pelo ciclone Idai, a Câmara Municipal contactou a geminação, tendo sido informada que esta passou incólume aos efeitos da tempestade. Na reunião de câmara de segunda-feira, 1 de abril, o presidente Luís Albuquerque leu uma declaração, em que enviou uma mensagem de força ao povo moçambicano.

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No texto é referido que “é-nos impossível ficar indiferentes à devastação provocada pelo ciclone Idai em Moçambique. Os fortes ventos e chuvas destruíram aldeias inteiras fazendo com que centenas de milhares de moçambicanos tenham perdido tudo que tinham”. Na segunda-feira, é mencionado, contabilizavam-se 518 mortos e 1500 feridos, em mais de 850 mil pessoas afetadas. “Estes serão aqueles que agora muito precisam de ajuda: água, alimentos, roupas, medicamentos e assistência humanitária”.

“Do contacto estabelecido com o Município de Monapo – vila da província de Nampula, no norte de Moçambique, geminado com o Município de Ourém desde 2001, verificamos que esta região ficou a salvo desta intempérie. Os, pelo menos, 1276 quilómetros quadrados inundados pelo Idai têm maior expressão nas províncias de Sofala, Zambézia e Manica”, adianta o texto.

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O município endereça assim “uma mensagem de força e de esperança ao povo moçambicano. Toda a nossa amizade e solidariedade. Também aos portugueses que vivem em Moçambique e que foram afetados, enviamos os nossos votos de que rapidamente possam regressar à normalidade, dentro do possível”.

“Além disso é nossa intenção aderir a uma campanha de angariação de produtos farmacêuticos, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, com vista a responder aos diversos e apelos e situações prementes no âmbito da saúde do povo moçambicano”, assegura.

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Este voto de solidariedade foi aprovado por unanimidade e enviado ao embaixador de Moçambique.

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Cláudia Gameiro
Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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