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Segunda-feira, Julho 26, 2021

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Hugo Costa (PS) questiona Governo sobre preço da energia

O deputado socialista Hugo Costa, natural de Tomar e eleito pelo círculo de Santarém, questionou o secretário de Estado da Energia, através da Assembleia da República, sobre a repartição das diferentes variáveis nos custos da electricidade praticados no nosso país.

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Em comunicado, o deputado do PS refere que a pergunta, da qual é o primeiro subscritor, serve para tentar “clarificar as recentes notícias publicas sobre o peso dos impostos no custo da fatura da electricidade para as famílias”.

Na missiva, a que o mediotejo.net teve acesso, é feira referência a “afirmações do Presidente do Conselho Geral da EDP – Energias de Portugal S.A., Dr. Eduardo Catroga, segundo as quais os custos da eletricidade refletidos nos consumidores traduzem uma componente de 50% de impostos”, situação que os socialistas afirmam “não parecer que seja real, nomeadamente pelo peso no preço de várias variáveis como os CMEC – Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual, os CAE – Contratos de Aquisição de Energia e os custos com a Garantia de Potência. Estes tipos de variáveis não estão na esfera dos impostos, pese embora se traduzam como uma receita das entidades”, afirmam no documento.

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Sublinhando que esta questão “é muito relevante pelo custo da energia no nosso país, custo este que é superior à média europeia” e que a “defesa do consumidor e a transparência são cruciais nas políticas públicas, não podendo o setor energético estar alheado desta realidade”, os deputados questionam o Governo, relativamente aos custos da eletricidade praticados no nosso país, “qual é a repartição das diferentes variáveis na formação dos preços?”

O documento é assinado por Hugo Costa, Luís Testa, Carlos Pereira, António Eusébio, José Rui Cruz, André Pinotes Batista, António Borges, António Cardoso, Fernando Jesus, João Torres, Diogo Leão e Ivan Gonçaves

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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