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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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“Hora de balanço”, por Vasco Damas

Os últimos dias de cada ano são invariavelmente aproveitados para fazer uma reflexão sobre tudo o que ficou para trás e, assim, nos começarmos a preparar para tudo o quem vem para a frente.

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Eu também o faço e acabo por chegar sempre à mesma conclusão. Por mais dificuldades que existam, por mais obstáculos que tenham de ser ultrapassados, por pior que esteja o país ou por mais caótico que seja o mundo, o “resultado” do nosso ano está diretamente ligado à consequência das nossas ações.

Sim, nós somos a soma de tudo aquilo que fazemos e, às vezes, até somos a multiplicação daquilo que fazemos.

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É esta a minha convicção e é nisto que acredito… mas há factos que me desmentem.

Talvez não haja alternativa para quem vive em Alepo, nem para quem vive nos países situados na África subsariana, nem para a minoria mais perseguida do mundo que se viu forçada a emigrar em larga escala para o Bangladesh.

Não há de certeza alternativa para os que perderam a vida durante a tragédia dos incêndios em Portugal, nem para aqueles que estavam no sítio errado, à hora errada durante os ataques terroristas que se multiplicaram durante o ano por esse mundo fora.

Não haverá alternativa para muitos outros noutras situações dramáticas e às vezes até parece que somos reféns sem alternativa de alguns loucos que governam o nosso mundo, mas se exceptuarmos as situações limite, mesmo nos piores cenários imediatamente a seguir, continuo a acreditar que a nossa atitude pode mudar tudo para melhor.

Quem se identifica com a mensagem de “A vida é bela” percebe o que escrevo é certamente concordará comigo.

A nossa vontade pode fazer milagres e mudar o nosso destino. E mesmo que não o faça, muda a nossa perspectiva da vida enquanto “lutamos” para o conseguir.

É uma questão de atitude. Agarrar nas rédeas do destino, reinventá-lo ou reconstruí-lo, e não nos conformarmos com o que “outros” tinham decidido para nós.

É esta a sugestão que deixo neste fim de ano. Que ignoremos o que não podemos controlar e que nos foquemos naquilo que podemos mudar. Por uma vida mais leve. Por uma vida mais feliz.

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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