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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Hóquei em patins | Sporting de Tomar recebe La Vendéenne em jornada histórica na Liga Europeia

O centenário Sporting Clube de Tomar recebe este sábado a equipa francesa do La Vendéenne, na 2.ª jornada da fase de grupos da Liga Europeia em hóquei em patins, uma jornada histórica pela estreia do clube de Tomar na sua casa na mais importante prova de clubes a nível internacional.

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o SC Tomar, clube fundado a 26 de fevereiro de 1915 e 1ª filial do Sporting CP desde abril de 1922, empatou 4-4 com o Amatori Lodi na 1ª jornada da Liga Europeia, em jogo disputado a 23 de outubro, em Itália. A equipa tomarense esteve a vencer até muito perto do final o campeão italiano, tendo consentido o empate (4-4) a 20 segundos do fim, resultado que, ainda assim, abre boas perspetivas nesta fase de grupos.

Na liderança deste Grupo A está o Trissino, formação italiana que bateu (5-2) os franceses do La Vendéenne. No Grupo B, o Valongo de Edo Bosh foi à Suíça vencer o Diessbach por 5-1 com golos de Diogo Abreu (2), Vierinha, Facundo Navarro e Diogo Barata.

Sporting Clube de Tomar consentiu em Itália o empate (4-4) a 20 segundos do fim. Foto: Facebook Lodi
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A 2.ª Jornada disputa-se este sábado, dia 11 de dezembro, com o Sporting de Tomar a receber o La Vendéenne, e o Trissino a jogar em casa com o Amatori Wasken Lodi.

Na 3.ª Jornada, a 15 de janeiro, o Tomar joga novamente em casa, frente ao Trissino, devolvendo a visita dos italianos a 12 de fevereiro. A competição prossegue a 26 de março, com os tomarenses a receberem o Lodi, e fecha a primeira fase a 9 de abril, com uma deslocação ao pavilhão dos franceses do La Vendéenne. São apuradas as duas primeiras equipas de cada grupo para disputar a final a quatro (final-four) nos dias 14 e 15 de maio.

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Meias-finais – Sábado, 14 maio:

Jogo 1: 1.º Grupo A – 2.º Grupo B

Jogo 2: 1.º Grupo B – 2.º Grupo A

Final – Domingo, 15 maio:

Vencedor Jogo 1 – Vencedor Jogo 2

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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