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Hilário Teixeira já não é presidente da União Distrital das IPSS de Santarém

Hilário Teixeira demitiu-se do cargo de presidente da direção da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Santarém (UDIPSS), tendo referido que a queda da direção foi “provocada por um grupo que agiu por interesses pessoais e de grupo, com os quais não podia pactuar”. As eleições antecipadas realizaram-se este sábado, sendo agora Sónia Lobato, do Lar Evangélico Nova Esperança, de Alcanhões, a nova líder da UDIPSS.

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Em comunicado enviado à nossa redação, Hilário Teixeira, que assumiu o cargo de presidente da UDIPSS em junho de 2020, explica porque, ao fim de seis meses, e “depois de um longo período como Presidente do Conselho Fiscal e desta passagem fugaz como Presidente da Direção”, entendeu pôr ponto final na UDIPSS Santarém.

“É com tristeza que o faço, pois tinha um programa ambicioso que gostava de ver concretizado. Contudo, a resistência interna às mudanças que estavam em desenvolvimento tiveram mais força e impediram a sua concretização”, referiu.

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Com a equipa agora demissionária, continua, “trabalhei em prol de uma organização dinâmica, independente, participativa e participada e verdadeiramente representativa das IPSS do Distrito. Esse percurso, dissonante de um imobilismo crónico, foi extemporaneamente interrompido, como consequência de visões distintas sobre o posicionamento da União Distrital das IPSS de Santarém”.

Nesse sentido, conclui, “após uma aprofundada avaliação de todo este processo e da frustração que ele aportou, decidi não me recandidatar, no que fui secundado pelos membros da Direção e dos restantes órgãos sociais que comungam da minha visão para a União”.

As eleições decorreram este sábado, tendo sido eleita Sónia Lobato, presidente da direção do LENE – Lar Evangélico Nova Esperança, de Alcanhões, como nova líder da UDIPSS.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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