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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Greve de três dias nos CTT, hipermercados e logística

Apesar da época festiva que se vive, os trabalhadores no distrito de
Santarém continuam “a sua luta por melhores condições de trabalho”. Quinta-feira, dia 21 de dezembro e esta sexta-feira, dia 22, os trabalhadores dos CTT encontram-se em greve.

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Segundo comunicado enviado pela CGTP de Santarém, “a greve registou no dia 21 de dezembro, no distrito de Santarém, uma adesão na ordem dos 70% dos carteiros. São exemplo de locais de trabalho onde a adesão foi bastante significativa os centros de distribuição postal de Santarém onde em 40 carteiros apenas 12 não estiveram em greve e de Tomar onde em 32 carteiros apenas 6 não estiveram em greve”.

O comunicado refere ainda que “os trabalhadores dos CTT lutam contra os despedimentos anunciados pela administração da empresa, por aumentos salariais dignos e por melhores condições de trabalho que se traduzam, também, numa melhoria do serviço público de distribuição postal”.

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Também os trabalhadores dos armazéns dos super e hipermercados, que iniciaram iniciaram esta sexta-feira, dia 22 de dezembro, uma greve a que se juntará o pessoal das lojas no sábado e no domingo, mas as empresas preveem o normal funcionamento dos estabelecimentos.

A paralisação, convocada pelos sindicatos da CGTP, tem como objetivo pressionar a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) a evoluir na negociação do Contrato Coletivo do setor para que se concretizem aumentos salariais, alterações de carreira e regulamentação dos horários de trabalho.

A APED garantiu, em comunicado, “o normal funcionamento de todos os estabelecimentos”, apesar da paralisação de três dias, que esta sexta-feira abrange só o pessoal dos armazéns e centros de logística.

Os trabalhadores do Lidl em greve concentraram-se às 6h30 no entreposto de Braga e às 11h00 junto à sede da empresa no Linhó, Sintra, onde estará também o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos.

Os trabalhadores da logística da Sonae concentraram-se às 8h00 junto ao seu local de trabalho, na Maia, Porto, enquanto os do Minipreço protestaram às 9h00 junto ao armazém de Torres Novas.

A greve continua no fim-de-semana, vésperas de Natal, também com os trabalhadores das lojas Lidl, Minipreço, Pingo Doce e Continente.

Isabel Camarinha, presidente da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores do Comércio, disse à agência Lusa que a paralisação deverá ter “uma forte adesão, tendo em conta o descontentamento dos trabalhadores pelo arrastamento da negociação do Contrato Coletivo”.

“Mas isso não quer dizer que as lojas encerrem, porque a maioria consegue manter-se aberta com muito poucos trabalhadores”, disse a sindicalista.

A APED garantiu que “estão asseguradas todas as condições para que os consumidores portugueses possam aceder a todos os serviços habitualmente prestados nesta época festiva pelos hipermercados, supermercados e lojas de retalho não alimentar/especializado dos associados da APED”.

As empresas associadas da APED empregam 111 mil trabalhadores.

C/LUSA

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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