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Sábado, Outubro 23, 2021

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Golegã | Utentes do Centro de Dia da Azinhaga fizeram mais uma das suas

Reaberto no dia 15 de agosto, o Centro de Dia da Azinhaga, no concelho da Golegã, não perdeu tempo e retomou as suas habituais brincadeiras com os séniores, acompanhadas por quase 7 mil seguidores nas redes sociais. Desta vez a Maria da Horta, a Ilda, o Manel e as duas Anitas resolveram dar a volta a alguns provérbios populares, adaptando-os aos tempos de pandemia que estamos a viver, em que o uso de máscara de tornou obrigatório em muitos locais.

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“Mudam-se os tempos, mudam-se os provérbios!!!” é o mote da brincadeira em que alguns utentes do centro de dia, vestidos de forma alegre e garrida, dão vida às clássicas frases da sabedoria popular.

“Vale mais uma máscara posta do que duas no bolso”, “em terra de Covid quem tem máscara é rei” ou ainda “quem ri com máscara ri melhor” são alguns dos provérbios adaptados. A publicação já soma centenas de reações no Facebook e muitos comentários de congratulação e incentivo.

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“A vossa equipa de marketing e comunicação devia ganhar um prémio! E os vossos atores…. que casting perfeito!!! Obrigada por me alegrarem sempre os dias!!”, escreve São Araújo. Filomena Silva comenta: “Oh pá está demais. Vocês são fantásticos e os vossos modelos ainda mais. Bem hajam pelo excelente trabalho que fazem”.

Alguns dos provérbios adaptados. Foto: DR

Esta é uma das muitas brincadeiras que a equipa do Centro de Dia da Azinhaga, com a sua criatividade e sentido de humor, inventa para pôr a mexer os idosos e animar o ambiente na instituição, sendo de realçar a espontânea adesão dos seniores.

Sempre a acompanhar a atualidade, o Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia de Azinhaga, não perde uma oportunidade para mostrar o bom ambiente que se vive na instituição em que o humor e a boa disposição são uma constante.

As atividades criativas deste grupo podem ser acompanhadas na página da instituição no facebook.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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