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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Golegã | Poldro ‘Luar da Caniceira’ sagra-se campeão da raça Lusitana

O poldro Lusitano de 4 anos “Luar da Caniceira” (Escorial x Vinheta por Nuxeque), do criador e proprietário Herdade da Caniceira, foi o grande vencedor do LX Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela da Feira Nacional do Cavalo e XXI Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela da Feira Internacional do Cavalo Lusitano da Golegã.

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O troféu foi entregue este sábado na Golegã pela nova Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, que esteve de visita à Feira Nacional do Cavalo.

O Campeão de Campeões da Raça Lusitana foi conhecido na tarde deste sábado, tendo o título sido disputado entre “Moêt das Lezírias”, do criador e propriedade da Companhia das Lezírias S.A., “Luar da Caniceira”, do criador e propriedade da Herdade da Caniceira, e “Husseim V.O.”, do criador e propriedade de José Victor Oliva Junior.

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O troféu foi entregue este sábado na Golegã pela nova Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, que esteve de visita à Feira Nacional do Cavalo. Foto: Nuno Matos FNC 2019

“Moêt das Lezírias”, do criador e propriedade da Companhia das Lezírias, foi 1º classificado e Medalha de Ouro na classe de Lusitanos – 3 anos.

No final da cerimónia, que decorreu debaixo de chuva, decorreu a homenagem ao Presidente de Honra do LX Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela FNC e XXI Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela da Feira Internacional do Cavalo Lusitano, Manuel Cidade Moura.

Apaixonado por cavalos, foi presidente da Sociedade Hípica Portuguesa e da Federação Equestre Portuguesa, entre outros cargos. É uma figura incontornável do panorama equestre nacional.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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