Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Quarta-feira, Agosto 4, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

GNR ao vivo em Torres Novas assinalam 60 anos do Virgínia

Os GNR dão hoje um concerto em formato “Afectivamente” (acústico), em Torres Novas, às 21:30, no âmbito dos 60 anos do Teatro Virgínia

- Publicidade -

Com mais de trinta anos de carreira, os GNR avançam com um novo conceito e decidem desligar a maior parte das tomadas: o baixo elétrico cede lugar ao baixo acústico, a guitarra elétrica passa as cordas ao violino e os teclados rendem-se ao piano.

O próprio Rui Reininho será mais acústico, entenda-se, menos elétrico. Os clássicos que celebrizaram o Grupo Novo Rock vão soar de forma diferente. Nunca a banda do Porto esteve tão próxima do público porque, efetivamente, este é um momento de afetos.

- Publicidade -

Afetivamente conta com Rui Reininho na voz, Tóli César Machado no piano e guitarra acústica, Jorge Romão no baixo acústico, Ianina Khmelik no violino, Samuel Palitos na bateria/percussões e Paulo Borges nos teclados.

O Teatro Virgínia, em Torres Novas, vai ter, na última temporada do ano, um “programa especial” para assinalar os 60 anos do atual edifício e uma programação que inclui nomes como Sérgio Godinho, GNR e/ou Wim Mertens.

A programação até ao final do ano do Teatro Virgínia (TV) é marcada pelas comemorações de duas datas (da inauguração do edifício, em 27 de outubro de 1956, e da sua remodelação, em 13 de outubro de 2005), evocando a atriz que lhe deu o nome, e pela continuação na aposta por um conjunto de espetáculos que tornam este espaço cultural “uma referência nacional”.

O presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira, disse que é “com entusiasmo” que o município celebra um espaço que faz parte das memórias dos torrejanos e que se tornou incontornável na estratégia de tornar Torres Novas uma “cidade de excelência”.

A 01 de outubro, Sérgio Godinho apresentou o espetáculo “Liberdade”, a partir de uma canção composta em 1974 para o álbum “À Queima Roupa”, estando marcada para hoje, 29 de outubro, a atuação dos GNR, com “Afectivamente”, numa vertente “mais acústica e de grande proximidade com o público”.

Wim Mertens apresenta, a 05 de novembro “Dust of Truths”, a parte final do tríptico da musi-ficção Cranaux Oeufs (2015-2016), num espetáculo que antecede os que estão agendados para os dias seguintes no Porto e em Lisboa.

O Café Concerto do Virgínia reabre a 12 de novembro com a atuação dos TGB e o seu “Evil Things”, o segundo álbum do grupo editado pela portuguesa Clean Feed.

A 10 de dezembro, o Harlem Gospel Choir apresenta “o concerto de Natal mais emblemático da música norte-americana, incluindo este ano a reinterpretação de algumas músicas de Adele”.

Além da música, o programa do Virgínia inclui teatro, estreando-se a 03 de novembro o grupo de teatro de adultos (homens e mulheres, dos 58 aos 81 anos) do Teatro Virgínia, ao fim de nove meses de trabalho, com “Memento”.

A 03 de dezembro, o Crinabel Teatro, “um projeto pioneiro no país e raro a nível internacional na divulgação e estudo das implicações da arte junto da pessoa portadora de deficiência”, apresenta “Uma menina está perdida no seu século à procura do pai”.

No trabalho com os públicos mais jovens, o Lab Criativo apresenta espetáculos e “ações desafiantes” como “O Museu da Existência”, da Amarelo Silvestre (a 18 e 19 de novembro) ou “Descobridores”, pelo grupo Teatro e Marionetas de Mandrágora (de 24 a 26 de novembro).

Outubro sinaliza as datas marcantes do TV com uma “viagem à memória” dos torrejanos, através de uma matiné dançante com “Os Gringos”, da exposição “Estreia”, sobre a atriz Virgínia, no Museu Carlos Reis, e de um “filme-concerto”, em que são os espetadores a escolher os filmes.

O atual edifício do Teatro Virgínia foi projetado pelo arquiteto Fernando Schiapa de Campos, tendo sido inaugurado a 27 de outubro de 1956 com a peça “As meninas da Fonte da Bica”. Alvo de “grande remodelação”, que passou pela dotação com meios técnicos, acústicos e de conforto, reabriu em 13 de outubro de 2005.

Os bilhetes para a temporada estão à venda na bilheteira do teatro e online.

c/Lusa

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome