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Sábado, Junho 19, 2021

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Gavião | “Rabo de Saia”, uma comédia de Roberto Pereira no Cineteatro Francisco Ventura

“Rabo de Saia”, uma comédia de Roberto Pereira que conta com as atuações de Almeno Gonçalves, António Melo, Joaquim Nicolau e Fernando Ferrão, é a proposta para o Cineteatro Francisco Ventura no sábado, dia 28 de abril, às 16h00, em Gavião.

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O Cineteatro Francis Ventura, em Gavião, será palco de “Rabo de Saia”, uma comédia de Roberto Pereira que conta com as atuações de Almeno Gonçalves, António Melo, Joaquim Nicolau e Fernando Ferrão.

Esta peça de teatro, uma comédia que promete provocar muitas gargalhadas, para maiores de 12 anos, conta a história dos já conhecidos quatro amigos Quim, António, Xavier e Manel, que agora é Manela. Ou Tânia, ou Rute, ou… ainda não escolheu!

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Sinopse
Manel tomou uma decisão radical: mudou de sexo. Ser homem já não era nenhum mistério para o Manel: os 40 revelaram-se mais de crise do que ternura; os 50 trouxeram-lhe ainda mais loucura e agora, questionado sobre o que fazer com uma choruda herança, percebeu já ter vivenciado tudo o que os cromossomas XY lhe podiam oferecer. A grande frustração foi durante toda a sua máscula existência não ter sido capaz de decifrar o maior enigma de todos os tempos: ser mulher. Para a missão ser bem-sucedida conta com os amigos de sempre, que entre o choque, a ganância e a atração, esforçam-se por lembrar que aquele belo rabo de saia ainda ontem só usava calças, confrontando-se hilariantemente com os seus próprios preconceitos, desejos, traumas e identidade.

O espetáculo tem uma duração de 90 minutos. Os bilhetes, à venda na Câmara Municipal de Gavião, têm um custo de três euros.

 

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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