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Sábado, Outubro 16, 2021

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Gavião promove sessão de informação ao tecido empresarial e apresenta medidas de apoio

O Município de Gavião organiza uma sessão de informação ao tecido empresarial do concelho, promovido pelo Gabinete de Apoio às Empresas de Gavião, este sábado, 8 de maio, no Cineteatro Francisco ventura, às 15h00. A ideia passa por auscultar os empresários, apresentar medidas de apoio, nomeadamente no setor do turismo, e ainda apresentar o Regulamento Municipal de Apoio à Atividade Económica ‘Um Comércio a Pensar em Si’, explicou ao mediotejo.net o vice-presidente da Câmara, António Severino.

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“Com o objetivo de alavancar a retoma da atividade económica do concelho e minimizar os efeitos provocados pela pandemia”, a Câmara Municipal de Gavião procede à dinamização desta sessão informativa “reforçando o apoio aos empresários e empresas”. Para o efeito contará com a presença da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, do Turismo de Portugal, da Proteção Civil municipal e do Posto Territorial de Gavião.

Com esta sessão pretende “auscultar o tecido empresarial do concelho”, apresentar “algumas medidas que o turismo de Portugal vai lançar e algumas que já estão lançadas, medidas de apoio. E em conjunto com a Proteção Civil municipal e o comandante do Posto Territorial fazer um pequeno apanhado das medidas que estão a ser postas em prática e que todos temos de cumprir”, explica ao mediotejo.net o vice-presidente da Câmara de Gavião, António Severino.

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Além disso, apresentar o Regulamento Municipal de Apoio à Atividade Económica ‘Um Comércio a Pensar em Si’, aprovado em Assembleia Municipal e a aguardar publicação em Diário da República. “Visa impulsionar, dinamizar e cativar novos projetos, por um lado, pretende atrair novos empresários para o concelho e, por outro lado, apoiar em situações excecionais como aquela que estamos a viver. Desenvolvemos um regulamento que visa estabelecer algumas regras, para que todos os empresários do concelho se consigam candidatar mas de forma sustentada e com regras estipuladas”, acrescenta.

Segundo António Severino, o Regulamento Municipal de Apoio à Atividade Económica de Gavião, que já esteve em consulta pública, tem três modalidades diferentes: “apoio à instalação de novos estabelecimentos, vamos apoiar as rendas num valor máximo de 1800 euros; apoio à modernização e requalificação dos estabelecimentos já existentes no concelho; e por último apoio a situações excecionais provocadas seja por pandemias, catástrofes naturais, calamidades. Ou seja, se for comprovado que existe uma quebra de faturação de 50% nos meses em que ocorreu a situação será dado um apoio financeiro a todos os que se queiram candidatar”, embora existam outras regras e outros critérios.

Um apoio tido como “considerável, tendo em conta a realidade do concelho e também a capacidade financeira do Município. Um valor justo” no que se refere ao apoio à instalação de novos estabelecimentos. Quanto aos outros dois apoios “estabeleceremos um determinado montante que depois será dividido pelo número de candidaturas, observando vários critérios de ponderação como o número de postos de trabalho, o tempo em que está fixado no concelho, etc”.

E esses apoios são dirigidos a “qualquer tipo de comércio. Não quisemos deixar ninguém de fora. Qualquer agente económico do concelho pode candidatar-se”, garante, fazendo notar que nas duas primeiras modalidades apenas se podem candidatar empresários que tenham um volume de negócios anual inferior a 90 mil euros. Em relação à terceira modalidade está aberta “praticamente a todos”, assegura.

Sendo uma parceria com a ADRAL, que de acordo com António Severino, irá apresentar medidas “complementares” que não estão ligadas ao turismo, o executivo municipal quis trazer o setor a esta apresentação, “ter alguém conhecedor para informar e explicar um pouco as medidas que estão agora em vigor e aquelas que numa fase muito breve vão ser postas em prática, mais ligada à vertente do turismo porque temos um grande volume de agentes económicos ligados ao turismo, seja alojamentos locais, pousadas, restauração, empresas de animação, etc”.

António Severino admite que devido à pandemia “alguns estabelecimentos comerciais encerraram no concelho, nomeadamente um restaurante e um outro estabelecimento comercial. Sentimos que se a situação [de confinamento] se prolongasse por mais tempo estavam mesmo ‘com a corda na garganta’ como se costuma dizer”, conta.

Nota que os empresários, mesmo sem clientes, “tiveram de continuar a pagar luz, renda, água, pagar os funcionários torna-se muito difícil. Vamos ver! Ainda existe muita dificuldade, vamos ter esperança que mais nenhuma loja encerre. Mas a situação não é de todo fácil… temos falta de pessoas e quando estava a existir uma retoma e uma procura mesmo durante os fins-de-semana, algum fluxo de pessoas…a situação alterou-se devido à pandemia e com as regras de circulação impostas… as pessoas agora têm algum receio, já não se expõem tanto e o comércio sofre bastante”.

Refere que a sessão que decorre este sábado “vem ao encontro de outra que realizamos em 2020, para todos os agentes económicos, tivemos cerca de 90 pessoas de todo o concelho que consideraram muito produtiva e esclarecedora. No fundo impulsionar também o trabalho do Gabinete de Apoio às Empresas, muito de colaboração e proximidade com os agentes económicos. Era um das necessidades” assinaladas.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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