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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Gavião | Praia Fluvial do Alamal ganha ancoradouro

A praia fluvial do Alamal, em Gavião, acaba de ganhar um ancoradouro, o que segundo o presidente da Câmara Municipal de Gavião, José Pio, “reveste-se de grande importância para o incremento das atividades náuticas em todo o grande espelho do Tejo entre as barragens de Belver e do Fratel”.

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Trata-se de um ancoradouro com 12 metros de comprimento que permite ancorar “10 motas de água, com sitio para ancoramento de 8 barcos ou duas embarcações se forem de grande porte”, explicou o autarca ao mediotejo.net.

Nova sinalética na Praia Fluvial do Alamal, em Gavião. Créditos: CMG

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José Pio já havia avançado ao nosso jornal que até final do ano a Praia Fluvial do Alamal teria um novo ancoradouro. “Era uma necessidade que sentíamos. Há muito reclamada. A Praia não tinha possibilidades de ancorar, embora o ancoradouro esteja situado fora da praia propriamente dita para que as embarcações possam fazê-lo com toda a segurança”.

Trata-se de um investimento de 30 mil euros, adjudicado à empresa Lindley, suportado pela Câmara Municipal, denominado Cais Flutuante do Alamal.

A par desse investimento José Pio deu conta de outros melhoramentos realizados recentemente naquela zona de lazer do concelho, como a nova sinalética e implementação de grades no parque de campismo, no sentido de “tornar a Praia Fluvial do Alamal, cada vez mais, uma referência do rio Tejo e do Alto Alentejo”, concluiu.

Cais flutuante da Praia Fluvial do Alamal, Gavião. Créditos: CMG

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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