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Sábado, Setembro 18, 2021

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Gavião | Praia Fluvial do Alamal com lotação máxima de 500 pessoas

A Praia Fluvial do Alamal, em Gavião, tem como lotação máxima 500 pessoas. Considerando o elevado número de visitantes, a Câmara Municipal de Gavião considera como “objetivo primordial salvaguardar e evitar comportamentos de risco, adotando sempre uma cultura de segurança e prevenção” no contexto da pandemia covid-19.

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Assim definiu regras de utilização da Praia Fluvial do Alamal e alguns procedimentos para a utilização dos espaços, “de forma a não colocar em risco a estratégia adotada no controlo da pandemia”.

Entre as normas já criadas para a zona de acampamento informal, todos os utilizadores da zona balnear devem cumprir as seguintes regras:

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Verificar a sinalização do estado de ocupação da praia:
• Verde: ocupação baixa.
– corresponde a uma utilização até um terço;
• Amarelo: ocupação elevada.
– corresponde a uma utilização entre um terço e dois terços;
• Vermelho: ocupação plena.

• Manter a distância física de segurança de 1,5 metros entre cada pessoa, que não pertençam ao mesmo grupo;
• Os chapéus de sol ou outros sistemas de sombra (toldos, colmos ou barracas) devem estar afastados, no mínimo, 3 metros dos chapéus de sol dos utilizadores que não pertencem ao mesmo grupo;
• Os colmos têm dois horários diários e não devem ultrapassar as 5 pessoas;
• Ao utilizar as instalações sanitárias deve usar obrigatoriamente calçado, lavar as mãos com água e sabão, desinfetar as mãos com solução à base de álcool, utilizar máscara ou viseira no interior das instalações e cumprir a distância de segurança;
• No parque de merendas da praia, devem cumprir as regras de distanciamento social e utilizar máscara ou viseira.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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