Gavião | Pavilhão Gimnodesportivo com 130 camas para situação de emergência covid-19

No contexto da pandemia covid-19 o concelho de Gavião começou na sexta-feira, dia 3 de abril, a preparar um centro de acolhimento. O Pavilhão Gimnodesportivo, em Gavião, está a ser equipado e já conta com 130 camas para acolher temporariamente utentes que venham a necessitar, em consequência da pandemia provocada pelo novo coronavírus.

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Gavião dispõe agora de 110 camas para doentes não covid-19 e 20 camas para doentes covid-19.

Estão ainda devidamente equipadas salas de apoio e de descanso para os profissionais necessários para garantir o bom funcionamento do local.

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Espaço de acolhimento do Município de Gavião situado no Pavilhão Desportivo Municipal. Créditos: CMG

A solução faz parte de um pacote de medidas preventivas, criando condições favoráveis ao empenhamento rápido, eficiente e coordenado dos meios e recursos do serviços Municipais de Proteção Civil.

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A Comissão Municipal de Proteção Civil de Gavião aprovou o Plano de Operações Municipal para o novo coronavírus, em reunião realizada no dia 30 de março.

Este Plano de Operações visa “aumentar a capacidade e rapidez da intervenção dos meios disponíveis no concelho de Gavião, minimizando e mitigando os constrangimentos para os cidadãos” no que respeita à doença covid-19, e pretende ser “um instrumento de planeamento, desenvolvido com o intuito de organizar, facilitar, agilizar e uniformizar as ações necessárias de forma a conseguirmos dar a melhor resposta a todos”, informa o Município em comunicado.

O Município contou com o apoio do Exército Português, mais concretamente do Regimento de Apoio Militar de Emergência, aquartelado em Abrantes.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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