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Gavião | Pandemia volta a encerrar estabelecimentos culturais e desportivos

O Governo reforçou as medidas de confinamento geral na segunda-feira 18 de janeiro, devido ao crescente número de infetados por SARS-CoV-2 no País. Em Gavião, o executivo municipal determinou, logo a 15 de janeiro, encerrar os serviços municipais, a funcionarem de forma presencial apenas com marcação prévia.

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Cumprindo os as medidas governamentais foram encerrados os estabelecimentos culturais e desportivos, considerando a recente evolução da situação relativa à covid-19, designadamente: Biblioteca Municipal; Cineteatro Francisco Ventura; Museu do Sabão, Núcleo Museológico das Mantas e Tapeçarias; Castelo de Belver; Polidesportivo e Campo do Salgueirinho.

No concelho de Gavião os mercados municipais permanecem abertos para bens de primeira necessidade. E fica suspensa a leitura e cobrança da faturação de água porta a porta, sem aplicação de juros ou cortes.

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Em nota informativa, o Município de Gavião lembra que tem ao dispor dos munícipes uma linha telefónica para apoio social e psicológico através do: 800 20 20 30.

No dia 18 de janeiro, o Conselho de Ministros reuniu extraordinariamente para reforçar as medidas de combate à pandemia.

Assim, além das medidas já em vigor, o Governo decidiu:

– Proibir circulação entre concelhos aos fins-de-semana;
– Exigir emissão e apresentação de declaração da entidade empregadora para quem circula na via pública por motivos de trabalho;
– As empresas de serviços com mais de 250 trabalhadores devem comunicar à ACT nas próximas 48 horas a lista nominal de todos os trabalhadores cujo trabalho presencial considerem indispensável;
– Limitar horários de funcionamento das lojas até às 20h00 em dias úteis e até às 13h00 aos fins-de-semana. Os estabelecimentos de retalho alimentar só podem funcionar até às 17h00 nos fins-de-semana;
– Proibir vendas de bens ao postigo. No caso de cafés e restaurantes, a venda ao postigo só é permitida para produtos embalados e sem bebida;
– Proibir o funcionamento de restaurantes em centros comerciais, mesmo em regime de take-away.
– Proibir ajuntamentos e consumo de bens alimentares nas imediações de restaurantes e cafés;
– Encerrar todos os equipamentos desportivos, incluindo courts de ténis e de padel ao ar livre;
– Encerrar centros de dia, universidades sénior e espaços de convívio;
– Proibir a permanência de pessoas em jardins e espaços públicos de lazer;
– Proibir campanhas promocionais que promovam a deslocação de pessoas;
– Funcionamento dos centros de ATL para crianças até aos 12 anos.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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