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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Gavião | Morreu Serafim Alves Faca, fundador dos Bombeiros de Gavião

Bombeiro de 1ª do Quadro de Honra e fundador dos Bombeiros Municipais de Gavião, Serafim Alves Faca morreu, no dia 17 de setembro, no Hospital de Abrantes, aos 86 anos. Natural da freguesia de Atalaia, hoje União de Freguesias de Gavião e Atalaia, Serafim Alves Faca morreu, esta segunda-feira, aos 86 anos.

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Um dos dez fundadores que deu os primeiros passos na constituição dos Bombeiros de Gavião, em 1947, conjuntamente com José Severino Marques, Serafim Alves Faca junta-se agora àqueles que já partiram: António Machado, Emílio Arez, Francisco Rafael, José Estevinha, Alberto Pereira, José Pedro, José Batata e António Porfírio. De todos os fundadores foi o único se que manteve nos Bombeiros de Gavião até entrar para o Quadro de Honra, o que acontece aos 65 anos.

Serafim Alves Faca “era uma pessoa muito acarinhada, muito respeitada, um amigo muito dedicado que vivia a instituição. Manteve até à sua morte uma grande ligação aos Bombeiros”, disse ao mediotejo.net o comandante dos Bombeiros de Gavião, Francisco Louro.

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Considerado como “um exemplo, que deu muito à causa dos bombeiros, ao País e ao concelho” Serafim Alves Faca foi uma figura com particular importância para o comandante Louro. Nos Bombeiros de Gavião há 47 anos, recorda-o como a pessoa que mais o incentivou quando assumiu funções de chefia, nomeadamente quando aos 22 anos (hoje tem 64) ocupou o cargo de ajudante de comando.

O comandante dos Bombeiros de Gavião – todos voluntários incluindo o comando – lamentou a falta de reconhecimento do valor daqueles que dedicam uma vida “na defesa do outro sem receber nada em troca”.

O falecimento desta figura incontornável do concelho de Gavião “foi muito sentida por todos os bombeiros. Jamais será esquecido!” afirma Francisco Louro, recordando que Serafim Alves Faca foi um professor “quer a nível técnico como disciplinar, de ordem”.

Serafim Alves Faca morreu no Hospital de Abrantes, esteve em Câmara Ardente no Quartel dos Bombeiros de Gavião realizando-se, nesta terça-feira 18 de setembro, o funeral.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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