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Gavião | Ministro lança primeira pedra para ‘Incubadora de Empresas Não Tecnológicas’

A primeira pedra da ‘Incubadora de Empresas Não Tecnológicas’ de Gavião vai ser lançada na sexta-feira, dia 12 de julho, pelas 18h00. O investimento, que marca a abertura das festas do concelho, ronda o 1,4 milhão de euros e a cerimónia contará com a presença do ministro do Planeamento, Nelson de Souza.

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A construção do ‘ninho de empresas’ mereceu uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR) no valor de um milhão e 400 mil euros, com 85% de financiamento, ou seja um milhão e 170 mil euros de apoio, disse ao mediotejo.net o presidente da Câmara Municipal de Gavião, José Pio. Um projeto que o autarca entende como “determinante” para “criar emprego e captar empresas”.

O ‘ninho de empresas’ será implantado no Logradouro do antigo Seminário, “um projeto também a pensar nos jovens. A ideia é “instalar profissionais ditos liberais, que possam também escolher Gavião para viver. Não será um ‘call center’ mas um espaço agradável que possa criar postos de trabalho”.

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Serão 14 espaços mais pequenos a pensar em profissionais como “advogados, contabilistas, engenheiros ou arquitetos”, indicou o presidente, e três espaços maiores que poderão albergar oficinas.

Trata-se “essencialmente de um novo espaço para investidores, para serviços e empresas de pequenas dimensão que queiram ali iniciar atividade, numa primeira fase, e sem custos adicionais”, referiu. Ou seja, o espaço será arrendado “a um custo reduzido”, notou José Pio, sendo que a Câmara disponibilizará “uma receção, contabilidade organizada e espaços comuns como casas-de-banho, balneários ou bar” de apoio.

Para o presidente trata-se de um investimento “muito aliciante” para quem pretender trabalhar em Gavião, dando conta da existência de “várias manifestações de interesse”. A obra, uma vez iniciada, terá a duração de 18 meses.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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