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Gavião lança campanhas de apoio social, ao comércio local e de atração de investimento

A campanha ‘Aquilo que procura está aqui’ foi lançada esta semana em Gavião. O objetivo passa pela captação de investimento e fixação de pessoas, revelando incentivos fiscais, infraestruturas, zonas de lazer e outras qualidades do concelho que se caracteriza como sendo “um Alentejo diferente”. No sentido de dinamizar o comércio local neste Natal, foi ainda lançado um concurso. Uma iniciativa do Município para dinamização da economia local e valorização da importância que o comércio representa para o concelho, tendo em conta as condicionantes impostas pela pandemia de covid-19.

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O concurso ‘Este Natal compre no comércio local’ foi lançado na segunda-feira, 23 de novembro. Com a iniciativa, a autarquia de Gavião, presidida por José Pio (PS), pretende dinamizar a economia local durante a quadra natalícia; promover e revitalizar o comércio local no concelho de Gavião, mobilizando os comerciantes e envolvendo os clientes, estimulando a população a fazer compras a nível local; fidelizar o público, criando envolvimento com a comunidade local; apoiar a divulgação do concelho, garantindo a sua diferenciação, através de locais ativos e propícios para viver, trabalhar e fazer compras; criar oportunidades de negócios e potenciar novos espaços de comercialização que possam surgir.

Campanha de apoio ao comércio local, neste Natal em Gavião. Créditos: CMG

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A Câmara distribui 6000 raspadinhas pelos comerciantes aderentes de todo concelho, onde se pode encontrar mais de 700 prémios, divididos em vários vales de compras num total de 1000 euros como outros prémios que vão desde cabazes de Natal com produtos adquiridos comércio, a imanes do município, kit de proteção Individual, entre outros. Por cada 10 euros em compras é oferecida uma raspadinha.

A autarquia considera que nos atuais “tempos difíceis” devido à pandemia de covid-19, situação que “a economia local sabe-o melhor que ninguém!” motivo que leva a Câmara Municipal de Gavião a perceber “a importância do seu contributo”.

Campanha de apoio ao comércio local, neste Natal em Gavião. Créditos: CMG

No Dia do Concelho o Município lançou também a campanha ‘Aquilo que procura está aqui’, revelando os apoios para fixação de munícipes, designadamente com devolução de 5% do IRS; IMI para prédios urbanos de 0,3%; subsídio mensal para bebés até aos 3 anos de idade; apoio na habitação no valor de 2500 euros; e venda de lotes de habitação entre 8 euros e 10 euros por metro quadrado.

No comércio o município diz oferecer apoios não reembolsáveis para novas atividades comerciais e requalificação e modernização dos espaços existentes.

A campanha revela igualmente o apoio ao ensino com oferta de refeições a todas as crianças do pré-escolar e 1º ciclo; oferta dos cadernos de atividades para o 1º ciclo; apoios nos transportes escolares; e apoio nas visitas de estudo e bolsas para estudantes do ensino superior. No apoio ao idoso é referido o cartão do idoso, a universidade sénior, a linha social e a oficina móvel.

Referida também na campanha a incubadora de empresas não tecnológicas, informando que “serão disponibilizados espaços versáteis e flexíveis destinados a escritórios com áreas compreendidas entre 26.82m2 a 52m2 e ainda pavilhões para pequenas indústrias que têm entre 68.63m2 a 137.26m2”.

Os loteamentos industriais (Gavião e Castelo Cernado – Comenda) existentes há vários anos são descritos como “infraestruturas com grande relevância para a atração e fixação de investimento. Os lotes podem ser adquiridos entre 0.005 euros por metro quadrado e um euro por metro quadrado”.

A campanha revela ainda que o Gabinete de Apoio às Empresa de Gavião visa apoiar, orientar, informar, acompanhar e promover o tecido económico do concelho.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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