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Gavião | Dia Internacional da Mulher leva ‘Mulher, Amor e Aço’ à Biblioteca Municipal

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a Biblioteca Municipal de Gavião inaugura esta sexta-feira a exposição ‘Mulher, Amor e Aço’ com fotografias de António Lains Galamba, às 15h00, e a presença de Pedro Namora. A fotografia de António Lains Galamba revela-nos a condição humana. Misto de amargura e esperança.

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“Entre os aborígenes existia a crença generalizada de que uma fotografia podia roubar a alma. A tribo americana Navajo praticava uma cerimónia religiosa, conhecida como ‘canto’, para recuperar uma alma” lembra na descrição da exposição Pedro Namora.

“Galamba fotografa incutindo alma. Gerando amor. Demonstrando um respeito profundo pela epopeia feminina, da maternidade ao trabalho, da ternura à resistência. As fotos com que nos brinda são, com outra forma igualmente bela, os poemas que a sua sensibilidade tece continuamente” refere.

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António Lains Galamba nasceu em Coimbra, a 8 de maio de 1981. Muito marcado pela infância muito feliz, em Ourém, em família numerosa. Antropólogo pela FCSH da UNL. Tem vários livros editados – fotografia, poesia, antropologia e conto infantil.

Os trabalhos de campo de Antropologia (principalmente dedicados à memória oral dos resistentes/presos políticos anti-fascistas) possibilitaram-lhe desenvolver o gosto pela fotografia que herdou, junto com a velha Nikomat 1.2, do seu pai e, dessa forma, intervir socialmente – com a denúncia das desigualdades e injustiças sociais.

A mostra fica patente ao público até dia 22 de março.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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