Sexta-feira, Fevereiro 26, 2021
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Gavião | Caminhada pela Rota dos Moinhos da Ribeira de Margem no Dia de Portugal

Uma caminhada pelo desporto e pela natureza terá lugar na segunda-feira, dia 10 de junho, pela Rota dos Moinhos da Ribeira de Margem (PR4), no concelho de Gavião.

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A concentração está agendada para as 08h45 no Largo Mouzinho da Silveira, em Vale de Gaviões, com início da caminhada às 09h15. Paragem às 10h30 em Moinho do Torrão com a caminhada a terminar junto à Ponte do Sume – Ribeira de Sor, às 12h00.

Trata-se de um percurso com uma distância de sete quilómetros, mas quem quiser prosseguir poderá fazê-lo livremente. Às 13h00 decorre um almoço na sede da Associação do Moinho do Torrão.

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O PR4, “Rota dos Moinhos da Ribeira de Margem”, é um percurso pedestre de pequena rota, circular, com a extensão total de 17 quilómetros, com partida e chegada em Vale de Gaviões. O pedestrianista pode usufruir ao longo deste percurso da obra feita pelo Homem e pela Natureza.

Inicia-se no Largo Mouzinho da Silveira, em Vale de Gaviões. Neste largo é possível observar a Igreja da Nossa Senhora da Graça, padroeira da freguesia de Margem, bem como a estátua erguida em homenagem a Mouzinho da Silveira, uma das personalidades mais importantes da Revolução Liberal.

Depois de seguir para Vale de Bordalo, onde é possível contemplar a Fonte Velha, atravessa-se a ribeira para a margem esquerda onde é possível avistar os canais do regadio da Ribeira de Margem que regam no Verão as culturas do feijão-frade.

Canais do regadio da Ribeira de Margem. Foto: DR

A rota prossegue em direção à foz da Ribeira de Margem, ponto de encontro de três concelhos distintos: Gavião, Ponte de Sor e Crato, onde é possível apreciar os imensos moinhos que ainda perduram no tempo e que denunciam a relação entre o Homem e a Natureza.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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