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Sábado, Outubro 23, 2021

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Gavião | Belver celebra 500 anos de Foral com três dias de cultura e entretenimento

Os 500 anos desde que o rei D. Manuel I concedeu carta de foral a Belver, no concelho do Gavião, celebram-se em três dias naquela vila do Alto Alentejo, encerrando este domingo, dia 20 de maio. A Junta de Freguesia de Belver, como o apoio da Câmara Municipal de Gavião, promove as festividades das comemorações que arrancaram dia 18 às 19h00 com a apresentação das Comissões de Honra e Executiva, no Largo da Igreja Matriz de Belver.

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As celebrações, durante três dias, incluem palestras, recriações históricas, teatralizações, música quinhentista, teatro de fogo, caminhadas culturais, saltimbancos, banquete quinhentista, concertos, torneio de armas a cavalo, apresentação dos desdobrável turístico de Belver pelo presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia, e Missa solene presidida pelo Bispo de Portalegre e Castelo Branco, Antonino Dias. As celebrações encerram com um espetáculo de teatro de fogo com acrobacia aérea na frontaria da Igreja Matriz.

Por causa das celebrações do quinto centenário do Foral de Belver, a habitual Feira Medieval, que costuma ocorrer no terceiro fim-de-semana de junho, não vai ser realizada este ano, dando lugar à Feira Quinhentista a decorrer no próximo fim-de-semana. Uma decisão da Câmara Municipal do Gavião e a Junta de Freguesia de Belver sustentada nas semelhanças históricas entre os dois eventos. Segundo um comunicado da autarquia, “a proximidade temporal dos eventos, a sobreposição das temáticas históricas e a rentabilização de recursos financeiros públicos” está na base da decisão camarária.

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Feira Medieval de Belver

 

PROGRAMA DA FEIRA QUINHENTISTA

Dia 18:

14h30 – Reunião do Conselho Diretivo da (ANAFRE) Associação Nacional de Freguesias, em Belver. (Quinta do Belo Ver)
18h00 – Preito de Homenagem aos Presidentes de Junta de Freguesia de Belver eleitos após o 25 de abril – no salão do CRDB, com a participação do Presidente da Anafre e dos antigos e atual presidentes da Câmara Municipal de Gavião. (Clube Recreativo Desportivo Belverense)
Atuação do Grupo de Cantares “Terras de Guidintesta”.
19h00 – Abertura das Comemorações dos 500 anos do Foral Manuelino de Belver e Apresentação das Comissões de Honra e Executiva. (Largos da Igreja Matriz)
19h30 – “Belver antes de ser Belver”, palestra pelo Professor Doutor João Luís Cardoso sobre alguns vestígios arqueológicos na freguesia, de época paleolítica, neolítica e romana. (Igreja Matriz) – moderador – Prof. Carlos Grácio.
20h30 – Porco no espeto oferta à população, tabernas e grelhadores, para comes e bebes. (Largos da Igreja Matriz)
21h30 – Recriação histórica da concessão do Foral a Belver, pelos alunos do Agrupamento de Escolas de Gavião, sob orientação das Docentes do Agrupamento e da Companhia de Teatro Viv’Arte. (Largos da Igreja Matriz)
– Convocatória dos homens bons de Belver
– Teatralização das inquirições
– Redação do Foral
– Leitura pública
22h30 – Música quinhentista Moura. (Largos da Igreja Matriz)
23h00 – Agasalho aos peregrinos de Santiago pelos monges da Ordem de Malta. (Largos da Igreja Matriz)
23h30 – Teatro de Fogo, pela Viv’Arte, in taberna quantum sumus. (Largos da Igreja Matriz)

Dia 19:

09h00 – Caminhada pelo Património da vila histórica de Belver, em articulação com os Museus do Sabão, das Mantas e Tapeçarias, do Castelo e da Igreja Matriz. (Programa específico)
15h00 – A ronda do meirinho e do almotacem pelas bancas dos tendeiros. (Largos da Igreja Matriz)
15h30 – Recriação Histórica “Leitura do Foral”, com os alunos do Agrupamento de Escolas de Gavião e com a Companhia de Teatro Viv’Arte; cantigas, música, dança e teatralização com justas de armas, nos Largos e Miradouros. (Largos da Igreja Matriz)
17h00 – “Belver na Idade Média” A construção do castelo na conjuntura da época. Os Hospitalários. O primeiro foral. O segundo foral com destaque neste último, pela Professora Doutora Maria Helena Cruz Coelho. (Igreja Matriz) – moderadora – Profª Raquel Gouveia
18h00 – Apresentação da 3ª Edição da Monografia da Vila de Belver, de Engenheiro José Carlos Lobato. (Igreja Matriz)
18h30 – Os saltimbancos azarados em demanda do foral perdido. (Largos da Igreja Matriz)
19h00 – Arruada de trovadores e jograis. (Largos da Igreja Matriz)
19h30 – Banquete Quinhentista confecionado pelos restaurantes de Belver, “O Castelo” e “Sabores de Guidintesta” e servido pelos alunos do Curso Educação e Formação de Restauração e Bar, do Agrupamento de Escolas de Gavião. (Miradouro do Outeirinho)
21h00 – Apuramento de moços para a milícia de homens de armas das terras de Guidintesta. (Largos da Igreja Matriz)
21h30 – Concerto na Igreja Matriz de Belver, pelo Coro de Câmara Autêntico e o Quarteto de guitarras da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. (Igreja Matriz)
22h30 – Bailias e folias nos terreiros. (Largos da Igreja Matriz)
23h30 – Teatro de Fogo, pela Viv’Arte – A Lenda de Belver: As Santas Relíquias. (Largos da Igreja Matriz)

Dia 20:

09h00 – Geo caminhada dos 500 anos do foral manuelino de Belver. (geocaching Vila de Belver – programa específico)
14h30 – “As plantas aromáticas e medicinais na época quinhentista”, apresentação pela Professora Doutora Fernanda Delgado Sousa. (Miradouro do Outeirinho) – moderadora – Profª. Madalena Dias
16h00 – Apresentação do desdobrável turístico da Freguesia de Belver, pelo Dr. António Ceia – Presidente do Turismo do Alentejo e do Ribatejo (Castelo – Capela de São Brás)
17h00 – Torneio de armas a cavalo na praça de armas do castelo.
18h00 – Dança quinhentista pela Universidade Sénior de Gavião. (Largos da Igreja Matriz)
19h00 – Missa solene presidida por Sua Excelência Reverendíssimo Bispo de Portalegre e Castelo Branco, Antonino Dias.
Participação e acompanhamento do Coro Misto da Covilhã sob a direção do maestro Luís Cipriano.
Presença dos Cavaleiros da Ordem de Malta. (Igreja Matriz)
19h30 – Espetáculo de música e dança quinhentista. (Largos da Igreja Matriz)
20h30 – Espetáculo de encerramento – Teatro de fogo “Belo de Ver” com acrobacia aérea na frontaria da igreja pela Viv’Arte. (Largos da Igreja Matriz)

Consulte aqui o programa em PDF

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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