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Sábado, Outubro 23, 2021

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Gavião | Beat Fest volta à Ribeira da Venda para desassossegar o remanso com Hip Hop

O Hip Hop volta ao concelho de Gavião com o Beat Fest, evento musical que decorre a partir desta quinta-feira, dia 1, até domingo, 4 de agosto, em Comenda. Um festival que arrancou há quatro anos numa dinâmica diferente daquele que foi apresentado em 2018, um formato que repete este ano, explicou ao mediotejo.net o vice-presidente da Câmara Municipal de Gavião, António Severino. No Beat Fest 2019 vão estar alguns dos mais conceituados artistas do género, como seja Boss AC, Gabriel o Pensador, Wet Bed Gang, Dealema e muitos outros.

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O Alto Alentejo conta com um festival que se quer consolidar no panorama nacional, sendo reconhecido como de referência. Na realidade arranca na sua quinta edição, mas desde o ano passado que passou a apresentar uma “dinâmica diferente”, segundo o vice-presidente da Câmara de Gavião, António Severino.

Ainda que os objetivos da organização passem por dar a conhecer o concelho de Gavião, alavancando o seu potencial turístico, atraindo mais público urbano que aprecia o estilo musical Hip Hop de forma mais vincada, a verdade é que existe na intenção desde o nascimento da ideia do Beat Fest entrar para o mapa dos eventos musicais nacionais.

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Trata-se de um festival para a juventude, organizado pelo Município, que teve em conta “as muitas potencialidades” do festival que escolheu Comenda como local de realização e que apostou numa “melhor divulgação” do Beat Fest em conjunto com uma empresa promotora, dando-lhe uma dinâmica que resultou em “sucesso”, notou António Severino ao mediotejo.net, dando conta de 2500 pessoas que estiveram na edição de 2018.

Boss AC e Gabriel o Pensador atuam este ano no Beat Fest em Comenda, Gavião. Foto: DR

Para consolidar a estratégia de tornar o Beat Fest um festival de referência, o município de Gavião estabeleceu uma parceria com uma empresa de comunicação e de realização de eventos, num projeto para três anos, dando assim uma projeção mais mediática ao festival que custa à autarquia cerca de 60 mil euros.

As expectativas para 2019 são por isso “elevadas” sendo que neste momento a organização já conta com “1300 bilhetes vendidos. Uma subida ligeira em relação a igual período do ano passado”, explica o vice-presidente da Câmara. No entanto, espera a organização que “à semelhança de 2018, as vendas subam mais durante os dias do festival”.

O Beat Fest, que vai decorrer na Ribeira da Venda, conta com uma envolvente em espaço fresco, com relva e muitas sombras, e com parque de campismo associado ao meio natureza. “Neste momento o número de bilhetes vendidos para campistas é equiparado ao do ano passado. Estão vendidos 400 bilhetes”, indica.

Beat Fest realiza-se junto á paria fluvial de Comenda, em Gavião. Foto arquivo: mediotejo.net

A organização do Festival assegura “um pequeno paraíso” como palco para este festival, no Parque de Merendas da Ribeira da Venda, com parque de campismo disponível para os festivaleiros, mesmo junto a águas de nascentes e protegido com as sombras da abundante vegetação local.

O cartaz continua a apostar “no estilo musical ligado ao Hip Hop e é muito forte” considera António Severino. “Um estilo musical muito apreciado por um público essencialmente urbano, existindo um público fiel que tende a aumentar, e nessa aposta reside a diferenciação” acrescenta.

O festival promete quatro dias – acontece dias 1, 2, 3 e 4 de agosto – de celebração da cultura Hip Hop, género musical que muito define a presente geração. Os artistas cabeças de cartaz do Beat Fest são os Boss AC (atua no dia 1), Wet Bed Gang (2 de agosto) e Gabriel o Pensador (3 de agosto) e Dealema (4 de agosto), nomes sobejamente conhecidos da cena musical nacional e internacional, entre muitos outros.

O festival começa diariamente às 20h00, além dos concertos, o Beat Fest promete ainda DJ sets para prolongar cada dia de festa até de madrugada.

O desafio futuro passa por “consolidar o festival no panorama musical como um bom festival de verão e a partir daí torná-lo o mais sustentável possível” ou seja, “atrair o maior número de pessoas ao festival e patrocinadores que se associem a nós”, referiu ainda António Severino. Para tal o Município procura, a cada edição, tornar a estrutura “mais bem preparada” no sentido de “receber um maior número de pessoas”.

Contrariamente a 2018, que recebeu no recinto apenas atividades económicas de Gavião, este ano “houve uma abertura para atividades económicas fora do concelho mediante um pagamento, no sentido de captar volume financeiro”, concluiu.

As primeiras três edições foram gratuitas, mas desde o ano passado que o Beat Fest não oferece entrada livre. Os bilhetes continuam disponíveis na ticketline e custam 10 euros (bilhete diário) ou de 24 a 28 euros (passe dos quatro dias). Um preço considerado “justo” para a qualidade dos artistas em cartaz”.

Cartaz Beat Fest 2019

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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