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Quinta-feira, Maio 13, 2021

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Gavião | Autarquia assina contrato de empreitada de 1,1 ME para reordenamento de espaço público

A Câmara Municipal de Gavião já assinou o contrato de “Empreitada de Reordenamento de Trânsito na Rua 23 de Novembro e Beco das Piscinas para mobilidade urbana sustentável”, um investimento superior a um milhão de euros e um prazo de execução de 480 dias. A intervenção prevê o reordenamento de espaço público (largo, zonas de estacionamento e arruamentos) no acesso à Escola Básica de Gavião e às Piscinas Cobertas.

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Trata-se de um projeto totalmente aprovado pela entidade gestora do Programa Operacional Regional ALENTEJO2020 e contará com um co-financiamento comunitário a fundo perdido de 85% do valor total do investimento (cerca de 1.110 864,48 euros).

No largo entre a Escola Básica de Gavião e as Piscinas Cobertas será criado uma via exclusiva para tomada e largada de estudantes, novos lugares de estacionamento e num largo onde atualmente apenas existe uma infraestrutura viária.

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Será também criado um novo atravessamento pedonal entre a Rua 23 de Novembro e o restante núcleo urbano. E ainda o alargamento da Rua 23 de Novembro com a criação de separador central.

O contrato surge na sequência do concurso público realizado pelo Município de Gavião, ganho pela empresa sedeada no concelho Urbigav- Construções e Engenharia, S.A. e as obras iniciam-se após a emissão do visto prévio do Tribunal de Contas.

O contrato foi assinado no dia 30 de junho e o prazo de execução é de 480 dias.

 

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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