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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Gavião | Assembleia Municipal aprova orçamento de 11,5 ME para 2022

A Assembleia Municipal de Gavião aprovou por maioria um orçamento de 11,5 milhões de euros para 2022, menos 500 mil euros em relação ao do ano que terminou, disse ao mediotejo.net o presidente da Câmara de Gavião, José Pio.

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O orçamento já havia sido aprovado em reunião do executivo municipal com os votos favoráveis dos três eleitos da maioria PS, contando com as abstenções de um vereador da CDU e de um vereador do PSD.

O autarca socialista de Gavião destacou ser um orçamento num momento “difícil” tendo em conta a covid-19, “ainda dependente daquilo que será o desenvolvimento da pandemia” sendo, no entanto, de “continuidade do que fizemos nos últimos 8 anos”, centrado nas pessoas, na ação social e na economia, tendo o turismo também como prioridade, disse José Pio ao nosso jornal.

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O autarca justificou a redução de meio milhão de euros essencialmente na conclusão das obras propostas havendo, no entanto, outras pensadas para o atual mandato. “Este orçamento é ligeiramente mais baixo porque há obras concluídas, outras em curso e outras já pagas”, explicou José Pio, que espera em 2022 “reforçar” a aposta no setor do turismo e “manter o apoio” na área do setor social e na luta contra a pandemia de covid-19, designadamente o apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social.

Indicou, por isso, a testagem massiva que o Município realizou aos residentes no concelho, antes do Natal e do Ano Novo, sendo o dia de segunda-feira dedicado a testes à covid-19 na Casa do Povo de Gavião, num protocolo com a Cruz Vermelha de Portalegre no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo. Na terça-feira estava previsto serem testados os funcionários do Município com o apoio do Centro de Saúde de Gavião.

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De acordo com José Pio, ainda este mês de janeiro é esperada a conclusão das obras do ninho de empresas, “embora o prazo de conclusão seja no fim de fevereiro, mas queremos concluir o mais rapidamente possível e por ao dispor dos empresários. Não vamos aguardar por uma data inaugural”, assegurou. Este equipamento vai albergar pelo menos 13 empresas, num investimento de 1,3 milhões de euros.

Para este ano está também prevista a conclusão das obras do Museu dos Carros de Atrelar, que conta com um investimento “semelhante” ao do ninho de empresas.

“As obras na piscina descoberta estão a meio, vai ter tradução financeira em 2022 com um investimento de 600 mil euros”, acrescentou. Sendo que está concluída a obra da piscina coberta, no âmbito da eficiência energética, faltando concluir os acessos na rua 23 de Novembro, obra que, segundo o presidente, terá conclusão em breve.

Outra prioridade deste orçamento é igualmente a Educação, tendo o autarca referido que vão avançar este ano as obras de ampliação do edifício sede do Agrupamento de Escolas de Gavião. José Pio confessa que gostaria que a empreitada iniciasse ainda no primeiro semestre de 2022, sendo que os procedimentos para o concurso público avançam este mês de janeiro. Trata-se de uma candidatura ainda ao Portugal 2020, aprovada no final de 2021, tendo sido elegível um investimento de 740 mil euros.

“Neste valor da candidatura não está incluído nem o valor do projeto, nem da fiscalização da obra. O Município irá comparticipar com cerca de 700 mil euros” a componente nacional, ou seja “87%”, disse, explicando que “com a transferência de competências na área da Educação, o Município é responsável pela gestão direta do património escolar. Vai ficar uma escola nova!”, garantiu.

Em termos de impostos municipais, a autarquia decidiu manter a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para prédios urbanos em 0,3% e a taxa de participação do município no IRS (5%) é devolvida aos habitantes do concelho. O autarca de Gavião acrescentou ainda que o município não aplica taxa de Derrama.

O documento foi votado no dia 28 de dezembro pela Assembleia Municipal de Gavião, tendo sido aprovado pela maioria do Partido Socialista, com sete abstenções: três do PSD, três da CDU e uma do partido Chega.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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