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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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Futsal | Vitória de Santarém suspende cinco jogadores por conduta antidesportiva

O Vitória de Santarém anunciou a suspensão de cinco atletas juniores do clube por conduta antidesportiva e depois de terem sido filmados a cantar “quem me dera que o avião chapecoense fosse o dos Patos” “quem me dera que o avião do chapecoense fosse o do russo“.

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O vídeo publicado no facebook, que mostra cinco jovens a entoar os cânticos num ambiente privado, causou mal-estar e indignação nas redes sociais tendo o clube desportivo Os Patos, de Rossio ao Sul do Tejo, um dos visados, manifestado, em comunicado, “total repudio pelas inqualificáveis palavras dos atletas” presentes no vídeo, tendo apelado a todos os seus atletas que respondessem apenas “dentro do campo”, e no “máximo respeito por todos os intervenientes”.

Em comunicado publicado na noite de segunda-feira, o Vitória Clube de Santarém deu conta da suspensão dos referidos atletas.

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“Na sequência do recente episódio de indisciplina protagonizado por 5 elementos da sua equipa de juniores masculinos de futsal (ainda que em contexto pessoal, do qual o clube se demarca categoricamente), a Direcção do Vitória Clube de Santarém vem comunicar oficialmente que decidiu suspender os elementos em causa de toda a prática desportiva, por tempo indeterminado, salvaguardando com firmeza o respeito pelos valores que regem esta instituição”, pode ler-se no comunicado do clube escalabitano.

Já esta terça-feira, a Direção do Clube Desportivo “Os Patos” congratulou-se com a medida anunciada, tendo afirmado que se “revê totalmente com a tomada de posição da Direção do Vitória de Santarém, a qual nos foi dada a conhecer directamente através de email. Não são estes os valores que defendemos desde 1982 e seguramente que o Vitória também não! Duas Instituições que tanto têm feito pelo desporto de formação no nosso Distrito não se podem ver envolvidas em comportamentos deste tipo”, pode ler-se.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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