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Sábado, Outubro 23, 2021

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Futsal | Seleção de Portugal vence Japão no Entroncamento e em Rio Maior

A Seleção Nacional A de futsal feminino venceu no domingo, por 8-0, o primeiro de dois encontros de preparação frente à congénere do Japão. O grupo comandado por Luís Conceição apresentou-se focado, empenhado e dominador, a poucos dias de iniciar o apuramento para a 1.ª edição do Campeonato da Europa da modalidade.

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Diante da formação nipónica, a formação lusa realizou uma primeira parte de alto nível, ‘cavando’ uma diferença de três golos no marcador até ao intervalo, graças à pontaria de Carla Vanessa, Tânia Sousa e Sara Ferreira.

Na etapa complementar, o Japão tentou reduzir a desvantagem em contra-ataque, surpreendendo a defesa portuguesa em velocidade em duas ocasiões. Mas não teve arte nem engenho para marcar.

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A equipa lusa não se desmontou e voltou a comandar o jogo, com a capitã Ana Azevedo a faturar, Sara Ferreira a chegar ao ‘hat-trick’ (mais dois golos no espaço de dois minutos), Cátia Morgado a marcar e Carla Vanessa a fechar as contas do ensaio, no seu segundo golo na partida.

A formação lusa reencontrou a nipónica na segunda-feira, no Pavilhão do Centro de Estágios de Rio Maior, onde venceu por 4-0.

Portugal apontou 12 golos no total dos dois jogos e não sofreu nenhum tento diante do Japão.

O Selecionador Nacional de futebol feminino fez um balanço positivo dos dois encontros de preparação frente ao Japão, que Portugal venceu por 8-0 e 4-0.

Luís Conceição admitiu, em declarações ao site da FPF, mais dificuldades no jogo desta segunda-feira, devido à maior agressividade da formação nipónica, mas realçou o registo goleador da sua equipa, que fez 12 golos e não sofreu nenhum.

Cátia Morgado, a jogadora que marcou o quarto golo no triunfo por 4-0 sobre o Japão, mostrou-se radiante por marcar. “O golo é como uma vitamina para as jogadoras. Estava a precisar, porque estava um bocadinho sem confiança”, disse. A jogadora disse ainda que a armada lusa tem “arestas a limar”, antes do apuramento para o Euro-2019.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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