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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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Futebol/Inatel | Alcaravela dá chapa cinco e segue em frente na competição

Depois da passagem de ontem da equipa de Venda Nova à fase seguinte da Série 2 do Campeonato Distrital de Santarém do INATEL, tornou-se ainda maior a expectativa em torno da formação de Alcaravela, ambas do concelho de Sardoal.

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E a rapaziada daquela freguesia sardoalense não fez a coisa por menos e “despachou” a equipa do Santanense por 5 bolas sem resposta (“una manita”) e seguem, também eles, rumo os quartos de final da competição.

Os golos históricos desta tarde, foram apontados por Vitor Passareira (2), Rui Pita (2) e João Gaspar.  A festa continua e promete ser rija naquela freguesia de Sardoal, por certo, hoje ninguém dormirá.

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Festa rija em Alcaravela. Foto: Facebook do clube

Na próxima eliminatória, seguem-se os homens do conjunto da Azinhaga que bateram os bravos do Rossiense por 3 – 1. O jogo terá lugar, novamente, no Campo de Jogos de Santa Clara, em Alcaravela.

No derbi de Abrantes, a equipa de Sentieiras venceu o Alvega depois de um empate a 1-1 no final dos 80 minutos de jogo. Com uma grande defesa, o guardião da equipa da casa permitiu a vitória e o início da festa naquela aldeia tão ligada ao futebol.

A festa vive-se em Sentieiras, depois da passagem à etapa seguinte no Inatel. Foto: Filipe Pombo

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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