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Terça-feira, Setembro 21, 2021

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Futebol | Venda Nova (Sardoal) e São Miguel (Abrantes) seguem em frente no Inatel

Após se registar empate um a um golo ao cabo dos 80 minutos de jogo, tempo regulamentar dos jogos do Inatel, – o tento da Venda Nova foi apontado por volta dos 15′ por de Ricardo “Peruzzi” Dia (o “Speedy Gonzalez” da Venda Nova), a equipa do concelho de Sardoal acaba de garantir a passagem aos quartos de final (apuramento de campeão) da segunda série do Campeonato Distrital de Santarém do INATEL ao vencer o Rebocho (concelho de Coruche) que ainda logrou chegar ao empate. Outra das equipas da nossa região que disputou hoje o seu apuramento e que também logrou passar à fase seguinte da prova foi o S. Miguel do Rio Torto.

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O embate disputou-se no reduto daquele adversário e acabou por se decidir através da marcação de pontapés na marca das grandes penalidades: 4 – 5 a favor da equipa de Sardoal.

Equipa da Venda Nova. Foto: mediotejo.net

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Segue-se a equipa do Erra (igualmente do Concelho de Coruche) e também “fora de portas”.

Outra das equipas da nossa região que disputou hoje o seu apuramento e que também logrou passar à fase seguinte da prova foi o S. Miguel do Rio Torto fazendo (curiosamente) o mesmo que o Venda Nova só que perante o seu público: 1 a 1 no final do tempo regulamentar e vitória nos penaltys, por 4 – 2, deixando pelo caminho a formação do Vilanovense.

Casa do Povo de São Miguel do Rio Torto 2016-2017

(reportagens e mais informações em contínuo em mediotejo.net, … sempre)!

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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