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Terça-feira, Setembro 21, 2021

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Futebol/Ourém | Seiça na final nacional do Inatel depois de vencer em Famalicão

A equipa do Seiça continua a fazer história no futebol do Inatel e hoje carimbou a passagem à final nacional do campeonato nacional do Inatel 2016_2017 ao vencer fora o Vilarinho (Famalicão) por 1-2, nas meias finais da competição, com o segundo golo a ser apontado no ultimo lance do desafio. Com o apito final do árbitro, deu-se mais uma explosão de alegria entre dirigentes, jogadores e as centenas de adeptos que viajaram com a equipa de Ourém. A final do nacional do Inatel (o Seiça é campeão em título) vai ser disputada em Ramalde, no Porto, perante o Nadais, clube de Aveiro, às 16:00 do dia 2 ou dia 9 de julho, data que será confirmada no início da semana.

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Em declarações ao mediotejo.net, André Santos, diretor desportivo do Seiça, disse que o jogo deste domingo foi “bastante difícil, com muita luta, muito choque e bola pelo ar, num campo pelado, com muito pó e de reduzidas dimensões”.

Fizemos o 1-0 na primeira parte e eles ainda empataram na sequência de um lance de bola parada, a terminar o primeiro tempo. Na segunda parte, eles desperdiçaram um penalti e depois as melhores oportunidades de jogo foram para nós. Acabámos por marcar o 1-2 no ultimo lance do jogo, também em lance de bola parada. Depois, bem, depois foi uma grande festa por estarmos mais uma vez presentes na final nacional do Inatel”, disse André Santos.

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Na final o Seiça vai defrontar o Nadais, uma equipa “muito forte”, de Aveiro, mas, observou, “as finais são para se ganhar”, tendo lembrado o mais recente título de campeão do mundo obtido este mês na Letónia. O dirigente deixou ainda uma palavra de agradecimento ao público de Seiça que “acompanhou em peso” a equipa e a ajudou a escrever mais uma página dourada no seu historial.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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