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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Futebol | Ouriense desiste de campeonatos distritais de futebol senior

O Clube Atlético Ouriense, que disputou o ano passado o campeonato da 1ª divisão distrital da AF Santarém no escalão de seniores masculinos, não conseguiu formar plantel por várias vicissitudes e a direção desistiu de participar na época 2019-2020, quer na 1ª, quer na 2ª divisão distrital. Com este cenário, o Riachense sobe à 1ª divisão distrital. O CAO promete voltar na próxima época.

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“Desistimos do futebol sénior por vários fatores, nomeadamente devido à resposta tardia, e negativa, do treinador, e de vários jogadores que saíram sem avisar o que inviabilizou a constituição do plantel”, disse ao mediotejo.net o presidente do clube de Ourém, José Luís Ferreira.

Segundo o dirigente, o clube não tinha condições para contratar um plantel novo, com custos obrigatoriamente elevados, pelo que decidimos fazer uma pausa este ano, sem tomar decisões que possam prejudicar a saúde financeira do clube”.

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O presidente do Clube Atlético Ouriense disse ainda que este ano não vai disputar nem a 1ª nem a 2ª divisão distrital, numa decisão que “não foi tomada de ânimo leve”, tendo lembrado que o CAO “é um clube histórico” da AF Santarém, e um dos clubes que mais atletas federados apresentou em todo o distrito na última época. “Este ano, mesmo sem os seniores masculinos, vamos ter 380 atletas federados”, vincou.

A aposta passa por “regressar na próxima temporada, com base nos jovens do clube e alguns reforços, para disputarmos a 2ª divisão distrital”, avançou.

José Ferreira, Presidente CA Ouriense (foto: CA Ouriense)

Segundo o presidente do clube, este ano o foco vai estar na área de formação, em investimentos no campo de jogos da Caridade para transmissões televisivas da equipa feminina, que disputa a Liga BPI, e na aquisição de uma carrinha de 9 lugares.

“Há sócios que não gostaram da situação mas nós também não, até porque sempre tivemos as nossas contas em dia com todos os jogadores e equipa técnica. Por vezes é preciso dar um passo atrás para podermos dar dois em frente, sempre sem colocar em causa a estabilidade financeira do clube”, notou.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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