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Quinta-feira, Janeiro 27, 2022
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Futebol | Ouriense assegura solidariedade a Mário Nelson e diz não pactuar com calúnias

O Clube Atlético Ouriense, em comunicado, afirma “repudiar todo o ruído que tem sido feito após um suposto caso”, ocorrido no campo de jogos da Caridade, em Ourém, no pretérito dia cinco de outubro, no qual a equipa sénior masculina defrontou a AD Mação. O treinador do Ouriense, Mário Nelson, foi acusado de ter agredido um futebolista do Mação, na quinta-feira, em jogo entre as duas equipas, para a Taça do Ribatejo. “O Clube Atlético Ouriense não se revê em qualquer tipo de atos antidesportivos, mas também não pode pactuar com calúnias que ponham em causa o seu bom nome”, pode ler-se no comunicado do clube ouriense.

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Tudo começou num comunicado publicado na página oficial do Mação no Facebook, onde o clube maçaense escreve que “Bruno Lemos foi agredido à cabeçada pelo treinador do Ouriense, Mário Nelson, sem que nada o fizesse prever, quando se dirigia ao balneário após o aquecimento inicial para o jogo”, em situação que, afirmam, é “inadmissível no desporto, desprezível para quem vive o futebol distrital”.

“Consideramos que esta lamentável atuação por parte do treinador do Ouriense, Mário Nelson, é uma falta de respeito para com a nossa instituição, para com os nossos jogadores, mas principalmente para com o clube que representa, para com a sua direção e para com os seus jogadores”, prossegue o clube maçaense, acrescentando esperar por parte do técnico, “no mínimo, um pedido de desculpas”.

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O presidente do Ouriense reagiu, em declarações à Lusa, tendo afirmado “lamentar a situação, que se passou dentro das instalações do clube”, assegurando “não saber o que motivou” a alegada agressão, nem a ter presenciado, tendo, no entanto, afirmado ter apresentado “de imediato um pedido de desculpas ao presidente” do clube de Mação, depois de ter sido abordado por aquele responsável.

A exemplo do sucedido com o comunicado da AD Mação, publicamos igualmente o na íntegra o comunicado do CA Ouriense:

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COMUNICADO

“O Clube Atlético Ouriense vem, através deste comunicado, repudiar todo o “ruído” que tem sido feito após um suposto caso, ocorrido no nosso campo de jogos, no pretérito dia cinco de outubro, no qual a nossa equipa sénior masculina defrontou a A.D. Mação, em jogo a contar para a Taça do Ribatejo.

A este respeito, consideramos profundamente lamentável que as declarações do presidente da direção, José Luís Ferreira, tenham sido descontextualizadas e deturpadas, dando azo a um inusitado empolamento por parte de alguns órgãos de comunicação.

O presidente do Clube Atlético Ouriense terá declarado que «é prática da nossa casa saber receber quem nos visita, mas se alguma coisa de anormal se passou, desde já o meu pedido de desculpas».

Na verdade, o presidente não presenciou o aludido incidente e limitou-se, acreditando na bondade das palavras do seu homólogo de Mação, a pedir desculpa na eventualidade de corresponder à verdade o que lhe fora contado. Como se depreende, esta atitude não tem nada a ver com uma assunção de culpa, tanto mais que não há evidências da ocorrência de qualquer ato anormal.

A equipa de arbitragem não reportou qualquer situação anómala e o próprio jogo decorreu sem sinais de animosidade fora do comum, quer da parte do jogador da A.D. Mação, alegadamente vítima da situação, quer da parte dos elementos da equipa visitada. Pelo contrário, foi evidente que, após o jogo, reinou um ambiente saudável entre os elementos de ambas as equipas, traduzido num prolongado convívio mantido junto ao bar do clube, onde diversos intervenientes permaneceram em amena cavaqueira.

A direção do clube procurará apurar o que realmente aconteceu para poder formar uma opinião abalizada sobre o sucedido. Até lá, importa sublinhar a sua incondicional solidariedade para com o treinador Mário Nélson. Considera, ainda, que os factos relatados na comunicação social soam a campanha de ataque pessoal ao referido treinador, provavelmente motivada por situações ocorridas anteriormente.

O Clube Atlético Ouriense não se revê em qualquer tipo de atos antidesportivos, mas também não pode pactuar com calúnias que ponham em causa o seu bom nome.

A DIREÇÃO”

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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