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Sábado, Outubro 23, 2021

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Futebol/Inatel | Rossiense 3 – São Facundo 0: o melhor ficou guardado para o fim (c/ fotos e audio)

U. D. ROSSIENSE 3 – C. P. DE SÃO FACUNDO 0
Grupo A – 1ª fase – 1ª Jornada
Campo Municipal nº 3 / Rossio ao Sul do Tejo
13-10-2018

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Como o algodão os números não mentem, mas não se pense que o Rossiense teve tarefa fácil, pois os homens de S. Facundo venderam cara a derrota e só declinaram nos últimos vinte minutos da partida quando a maior frescura física e psicológica dos locais se mostrou determinante para o desfecho da contenda.

Rossiense e S. Facundo deram o “pontapé de saída” para a nova temporada da Liga INATEL, quanto ao Grupo A diz respeito.

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Num embate entre duas formações que se conhecem bem de outras épocas (e que já se tinham encontrado na recente pré-temporada), Rossiense e S. Facundo deram o “pontapé de saída” para a nova temporada da Liga INATEL, quanto ao Grupo A diz respeito. A primeira parte apresentou-nos um futebol muito “mastigado” a meio campo com as equipas a se respeitarem uma à outra, e encaixando bem os seus esquemas táticos fruto desse mesmo conhecimento.

Apito inicial para uma primeira parte sem grandes motivos de interesse.

Ao longo dos 40 minutos não foram muitas as ocasiões de perigo nem uma partida muito entusiasmante. O primeiro tempo ficou marcado pela negativa aos 30 minutos, com a lesão de Márcio, capitão da equipa de S. Facundo, momento que se mostraria determinante para o que viria a acontecer na etapa complementar, pois obrigou o técnico Cláudio Ferreira a mexer no seu sector defensivo, algo que não estaria nos seus planos.

O Rossiense marcou todos os golos na segunda parte e obteve a primeira vitória no arranque da Liga Inatel. Foto: mediotejo.net

No regresso dos balneários, o Rossiense trouxe uma nova disposição tática com o treinador Paulo Cruz a alterar o seu xadrez efetuando algumas alterações que viriam a dar resultado. À passagem do minuto 60, os rossienses chegaram à obtenção do primeiro tento, por intermédio de Jorge Ferreira, após jogada de insistência onde o jogador porfiou e acreditou até ao fim para finalizar com êxito um bom ataque dos homens de Rossio ao Sul do Tejo.

Foram necessários 60 minutos para o Rossiense encontrar o caminho do primeiro golo, apontado por Jorge Ferreira.

O S. Facundo acusou o golo sofrido e não conseguia desapertar o colete de forças em que estava metido. Disso se aproveitaram os locais que, através de uma grande penalidade bem assinalada por Bandeira Martins, chegam ao 2-0 após finalização perfeita de Rodrigo Carraceno.

Ricardo Carraceno faz o 2-0 para o Rossiense após concretizar grande penalidade bem assinalada.

Com dois golos de desvantagem e com a partida a caminhar para o seu final, o S. Facundo foi ao fundo das suas forças e podia ter sido feliz, não fora Paulo Marchante falhar uma grande penalidade a favor da sua equipa, permitindo que o guardião Cláudio Duque adivinhasse o lado e defendesse o penalti. Com 5 minutos para jogar, o S. Facundo perdia dessa forma uma boa chance de poder relançar o jogo.

A perder por 2-0, o S. Facundo dispôs de uma grande penalidade desperdiçada por Paulo Marchante que permitiu defesa a Cláudio Duque.

Contudo, na jogada que se seguiu, acabou por ser o conjunto do Rossio ao Sul do Tejo a fechar as contas do jogo, com um belo golo de Tiago Garrido a desferir um potente remate de longe, sem qualquer hipótese de defesa para Tiago Pascoal. Até final, com os jogadores de S. Facundo já sem grande motivação, o Rossiense ainda dispôs de ocasiões para ampliar o marcador, mas seria injusto para aquilo que o adversário tinha feito ao longo do 80 minutos.

As alterações elaboradas por Paulo Cruz deram resultado à equipa do Rossio.

FICHA DO JOGO

UNIÃO DESPORTIVA ROSSIENSE:

Cláudio Duque, Leandro Loiola, Anderson Silva, Hugo Rodrigues (cap.), Ricardo Garrido, Daniel Lopes, Tiago Garrido, Jorge Ferreira, Renato Mendes, Rodrigo Carraceno e Fábio Cruz.

Suplentes: Nuno António, Marco Mateus, Lúcio Proença, José Rafael, Dário Alfaiate, Pedro Oliveira e Diogo Quintas.

Treinador: Paulo Cruz.

Onze inicial da União Desportiva Rossiense.

CASA DO POVO DE SÃO FACUNDO:

Tiago Pascoal, Francisco Alves, José Ferreira, Rafael, Márcio (cap.), Mário Cardoso, Paulo Marchante, Eduardo Urbano, Alexandre Ferreira, João Nuno e Nuno Mateus.

Suplente: Gonçalo Vicente, João, Pedro, Marcelo, Miguel e Alexandre Rodrigues.

Treinador: Cláudio Ferreira

Plantel da Casa do Povo de São Facundo.

GOLOS:
Jorge Ferreira, Rodrigo Carraceno e Tiago Garrido.

Vitória justa do Rossiense embora por números algo pesados para o S. Facundo.

EQUIPA DE ARBITRAGEM:

Bandeira Martins, Hugo Silva e João Domingos

Arbitragem regular que não comprometeu nem influenciou resultado final.

O S. Facundo acabou por sair derrotado, mas mostrou que pode ser uma equipa a ter em conta, principalmente no seu pelado onde contam amealhar pontos de forma a minimizar esta derrota. O Rossiense, por sua vez, mostrou (principalmente na segunda parte depois de acertar posições) que se poderá intrometer na luta pelo acesso à 2ª fase num dos lugares de topo do grupo A. Disso nos deram conta ambos os técnicos no final da partida:

Paulo Cruz, treinador do União Desportiva Rossiense.

 

Cláudio Ferreira, treinador da Casa do Povo de São Facundo.

Após o apito final de Bandeira Martins (que com os seus pares teve uma tarde tranquila e sem grandes sobressaltos) e em dia de duplo aniversário entre os rossienses, o habitual convívio entre atletas de ambas as formações, árbitros e público mereceu bolo e o cantar de parabéns.

Em dia de duplo aniversário não podia faltar o bolo.

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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