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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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Futebol/Inatel | Rossiense 1 – Seiça 4: por alguma razão se é campeão do mundo (c/ fotos e audio)

U. D. ROSSIENSE 1 – G. D. C. SEIÇA 4
Grupo A – 1ª fase – 2ª Jornada
Campo Municipal nº 3 / Rossio ao Sul do Tejo
20-10-2018

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Rossiense e Seiça cumpriram segunda jornada do INATEL de Santarém.

Para o plantel de Rossio ao Sul do Tejo já eram esperadas dificuldades acrescidas para este confronto com a atual campeão distrital e vice-campeão nacional do INATEL e (apenas!) campeão mundial de futebol amador, que viajava do concelho de Ourém confiante na obtenção de mais um bom resultado para a obtenção de novas conquistas nesta época desportiva.

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Seiça dominou a partida de início ao fim.

Com uma organização e figurino bem definido, o Seiça não deu qualquer veleidade ao Rossiense, pese embora a boa réplica que (a espaços) a equipa da casa ia oferecendo, desafiando o adversário a se aplicar num caso ou outro.

Mas Seiça é sinal de luta, entrega e espírito vencedor. Os primeiros minutos foram logo disso exemplo. Uma equipa aguerrida, sempre com “fome” de bola e “sede” de vitórias que entrou em campo disposta a lutar por uma vitória que começou a ser construída ao minuto 15. Gonçalo bate um pontapé de canto do lado esquerdo do seu ataque e, ao segundo poste e sem oposição, Ângelo sobe mais alto.

Com um excelente gesto técnico de cabeça, o capitão do Seiça bate Cláudio Duque pela primeira vez dando alguma justiça ao marcador.

Ângelo (capitão de equipa do Seiça) inaugura o marcador à passagem do quarto de hora.

Os campeões do mundo mostravam querer “mandar” no jogo, mas no espaço de cinco minutos, tudo parecia poder-se desmoronar. De uma vantagem de um golo, os ourienses viram o Rossiense empatar aos 17 minutos também na sequência de uma bola parada.

Livre primorosamente executado a que respondeu Hugo Rodrigues a “fuzilar” a baliza do Seiça (os capitães de ambas as equipas davam o exemplo com um golo cada um). Aos 22 minutos do primeiro tempo, Fábio Cruz solta-se das marcações adversária e quando se esgueirava para a baliza adversária e é derrubado por Leandro que recebe ordem imediata de expulsão. No seguimento do lance (que aconteceu fora da área), nada aconteceu.

Após a obtenção do empate e expulsão de um jogador do seiça, o Rossiense ainda acreditou que era possível vencer.

O Rossiense tinha uma hora para explorar o facto de estar a jogar com mais um elemento, mas de nada lhe valeu, pois a cortina centro-campista do Seiça trabalhava de forma eficaz, não dando qualquer hipótese de progressão à formação abrantina.

A noite começava a cair e quando já todos esperavam pelo intervalo, é Rui quem desfaz o empate, levando o Seiça em vantagem para o intervalo. No entretanto (e durante a primeira parte), Paulo Cruz foi forçado a mexer no seu xadrez por lesões dos seus jogadores Leandro Loiola e Daniel Lopes. Mesmo com mais um jogador em campo, estas duas baixas viriam a ser importantes para o que iria acontecer no segundo tempo.

O Seiça (mesmo a jogar com menos um elemento) consegue chegar à vantagem mesmo em cima do minuto 40.

Com a toada do jogo a manter-se, o Seiça ia gerindo a sua condição de favorito que daria resultados aos 20 minutos da segunda metade de jogo. Mesmo só com dez jogadores em campo, foi de forma simples que Fábio amplia a vantagem par 3 a 1. Remate de longe sem qualquer hipótese de defesa para Cláudio Duque. A consistência e solidez do bloco da equipa do concelho de Ourém davam frutos mesmo em inferioridade numérica.

Até final, o Rossiense arrastava-se em campo apenas à espera que o jogo terminasse e é mesmo no final do tempo regulamentar que Fábio repte a “graça” feita anteriormente e fixa o resultado final num expressivo e justo 1 a 4 a favor do Seiça que soube trabalhar muito bem mesmo com a contrariedade de jogar uma hora com menos um elemento em campo.

A partida convidava à presença de público que marcou presença em bom número.

FICHA DO JOGO

UNIÃO DESPORTIVA ROSSIENSE:

Cláudio Duque, Leandro Loiola, Anderson Silva, Hugo Rodrigues (cap.), Ricardo Garrido, Daniel Lopes, Sandro, Jorge Ferreira, Renato Mendes, Rodrigo Carraceno e Fábio Cruz.

Suplentes: Nuno António, Marco Mateus, Lúcio Proença, João Henrique, Dário Alfaiate, Pedro Oliveira e Diogo Quintas.

Treinador: Paulo Cruz.

Onze titular do Rossiense.

GRUPO DESPORTIVO E CULTURAL DE SEIÇA:

Teddy, Leandro, Rui, Ângelo (cap.), Fábio, Rodrigo, Paulo Évora, Gonçalo, Renato, Octávio e Filipe.

Suplente: André Vieira, João Paulo, Fabinho, Sário, Alexandre, Julian e Rúben Fontes.

Treinador: Vitor Rodrigues.

Onze inicial do Seiça.

GOLOS:
Hugo Rodrigues (Rossiense); Ângelo, Rui e Fábio (2) (Seiça).

Equipa de arbitragem com capitães de ambas as equipas.

EQUIPA DE ARBITRAGEM:

Domingos Lavinha, Carlos Romão e Jorge Oliveira.

No final, as declarações de ambos os técnicos não colidiram e foram claros nas suas abordagens ao jogo:

Paulo Cruz, técnico do União Desportiva Rossiense.

 

Treinador do Grupo Desportivo e Cultural de Seiça, Vitor Rodrigues.

 

Na próxima jornada (que se realiza dia 28 de Outubro), o Rossiense tem uma deslocação curta até Alvega enquanto que o Seiça recebe o São Facundo. No outro confronto do Grupo A, a Bemposta recebe a equipa vizinha de Água Travessa.

 

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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