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Quinta-feira, Outubro 28, 2021

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Futebol/Inatel | Concavada homenageia conterrâneos e vence Torneio Quadrangular (c/fotos e áudios)

Futebol – Inatel – Torneio Quadrangular de Concavada

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Campo de Jogos José Santos Ruivo, em Concavada, dia 1 e 2 de setembro 2018

Final de domingo – Concavada 3 São Facundo 1

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3º e 4º lugar – Casais de Revelhos 2 – Vale das Mós 1

Cláudio Rodrigues, capitão de equipa de Concavada, com o troféu de primeiro classificado. Foto: mediotejo.net

Meias – finais/sábado – CDR de Concavada 5 Vale das Mós 0

São Facundo 3 Casais de Revelhos 3 (5-4 após gp)

Homenagem do C. D. R. de Concavada aos seus conterrâneos que dão nome ao Torneio

Num fim de semana de muito calor, evoluíram no Campo de Jogos José dos Santos Ruivo as equipas de Concavada, Vale das Mós, Casais de Revelhos e São Facundo, num torneio de preparação para a próxima época desportiva.

Uma forma diferente da apresentação da Concavada com a colaboração do Moto Clube “Estafa”

O Torneio, na sua segunda edição, é também uma homenagem do clube local aos seus conterrâneos José Ferreira e Fernando Colaço e decorreu nos dias de sábado e de domingo, uma semana antes do início da “InCup 2018 – 2019”, Taça Inter Concelhia de Abrantes do Inatel.

Um a um, os jogadores da Concavada foram apresentados aos seus adeptos

A tarde iniciou-se com a apresentação (um a um e de forma original) dos atletas de Concavada a serem transportados para o centro do terreno por elementos do Moto Clube “Estafa”, também eles pertencentes ao C. D. R. de Concavada, numa demonstração de união associativa o que proporcionou momentos de boa disposição entre jogadores e adeptos, presentes em razoável número e que iam procurando qualquer bocado de sombra para se resguardarem dos 45 graus sentidos àquela hora.

Apresentação concluída, estava na hora de dar início ao Torneio

O Torneio começou com a formação da casa a receber a desfalcada equipa de Vale das Mós que demonstrou ainda estar em processo de remodelação de plantel com alguns atletas ainda de férias e isso acabou por se refletir em campo.

Numa primeira parte onde ainda foram aguentando uma equipa da Concavada nitidamente mais forte, o resultado chegou ao intervalo com um equilibrado um a zero a favor dos anfitriões, num golo que teve origem numa grande penalidade.

A segunda metade do encontro foi mais desequilibrada com os amarelos da casa a chegarem de forma fácil à mão cheia de tentos, perante o Vale das Mós que perdeu o pouco pulmão que tinha logo no reinício da partida, acusando em demasia a falta de treinos e a falta de alguns elementos em determinados sectores do seu xadrez táctico. Acabou por se tornar fácil o apuramento da equipa da Concavada para a final do seu torneio, com uma vitória justa e expressiva por 5 bolas a zero.

FICHA DO JOGO

CONCAVADA:

Valegas, Luís Santos, Anderson, Júlio, Cláudio Rodrigues (cap.), João Cartaxo, David Mata, Pedro Alves, Fábio Gomes, Daniel e Paulo Edgar

Suplentes: André Valência, Miguel Rento, Paulo Alves, Rúben Baptista, Edgar Soares, Douglas, Luís Carlos, Tiago Branco, Sérgio Tacho e Jorge Elias

Treinador: Bruno Alves.

Equipa de Concavada

VALE DAS MÓS:

Guilherme Silva, Ronaldo Ferreira (cap.), Bruno Machado, João Valdoro, Luís Palmeiro, João Pedro, Cláudio Marques, Zé Libério, Bruno Afonso, Rui Fernandes e Nelson Ribeiro

Suplentes: Cláudio Simões e Luís Simões

Treinadores: Cláudio Simões e João Maria Silva.

Equipa de Vale das Mós

EQUIPA DE ARBITRAGEM:

João Rodrigues, Pedro Barbeta e Hugo Silvestre

Equipa de Arbitragem com capitães

No final da partida, falamos com os técnicos das duas formações onde ambos concordaram com a justiça quanto a vencedor.

Bruno Alves, técnico da Concavada

Por motivos técnicos, não nos é possível passar as declarações do adjunto de Vale das Mós. João Maria Silva revelou estarem a ser encetados todos os esforços para reforçarem fortemente a equipa, quer com elementos vindos da época anterior (que por motivos de férias não poderiam estar no torneio), como contratarem atletas oriundos do concelho vizinho de Ponte de Sor, com experiência de distritais o que, vincou, será uma “mais valia” para poderem dignificar o símbolo que representam.

Treinador Adjunto de Vale da Mós, João Maria Silva

Com a temperatura a descer e o ambiente a ficar mais propício para a prática, subiram ao pelado do Campo de Jogos José dos Santos Ruivo, as equipas de Casais de Revelhos e de São Facundo, num jogo mais equilibrado e decorrido a um ritmo um pouco mais elevado, embora a falta de ritmo competitivo e o calor ainda fossem as notas dominantes da partida.

Escolha de campo

Começou melhor o conjunto de Casais de Revelhos que cedo chegou ao golo inaugural sem que ainda nenhuma das formações o justificasse. A partir daí sim uma vez que o S. Facundo acusou um pouco o tento sofrido, permitindo que o adversário se acercasse mais da sua baliza até concretizar o segundo golo e desperdiçando mais alguns.

Foi então que a campainha de alerta tocou para os lados de S. Facundo que, ainda antes do intervalo consegue reduzir, levando o encontro para o merecido descanso com o resultado de 2 a 1 a favor dos homens do norte do Tejo.

Sem poucas opções em ambos os bancos, os treinadores iam rodando os seus elementos de forma a os reposicionarem e os refrecarem e a segunda metade acabou por trazer ainda mais equilíbrio. Foi, no entanto, os Casais de Revelhos a aumentarem a vantagem no marcador, repondo novamente a diferença de dois golos o que dava a sensação que teriam o jogo na mão e a garantia de estarem na final de domingo.

Momento do jogo Casais de Revelhos – São Facundo

Puro engano. Acreditando até ao fim, o S. Facundo terminou a partida com maior frescura física, conseguindo anular a vantagem dos Casais, reduzindo primeiro para 3 a 2 até chegar ao empate já mesmo sobre o apito do árbitro.

O finalista que iria encontrar a Concavada acabou por ter que se decidir com pontapés da marca de penalidade onde o guarda redes se S. Facundo acabou por fazer a diferença, defendendo um dos lances oferecendo a final à sua equipa.

No desempate por grandes penalidades, o guarda redes de São Facundo foi decisivo

Estavam assim escalados os encontros de domingo, dia 2 de setembro, que determinaram a classificação final deste Torneio Quadrangular de Concavada, e que contou com a participação das equipas de Casais de Revelhos, Vale das Mós, Concavada e São Facundo.

FICHA DO JOGO

CASAIS DE REVELHOS:

Serginho, Ricky, Duarte, Tiago Baptista, João Sousa, Mauro Santos (cap.), André Leitão, Tiago Santos, Mourato, Ivo e Bernardo

Suplentes: Batex e Alesi

Treinador: Nelson Matos.

Equipa de Casais de Revelhos

SÃO FACUNDO:

Tiago Pascoal, Miguel Tomás, Marcelo Oliveira, Tiago Chambel, Vasco Bernardo, Márcio Brás, Tiago Dias, Mário Cardosos (cap.), Alexandre Ferreira, Alexandre Silva e David Matos

Suplentes: Paulo César, Alexandre Rodrigues, Celso Alexandre e Eduardo Urbano

Treinador: José Ferreira.

Equipa de São Facundo

EQUIPA DE ARBITRAGEM:

Hugo Silvestre, João Rodrigues e Pedro Barbeta

Falámos também com os técnicos das duas equipas deste segundo encontro da tarde:

Nelson Matos, técnico do Casais de Revelhos

Treinador de São Facundo, José Ferreira

Mesa de troféus e lembranças para equipa de arbitragem

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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