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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Futebol | Em dia de apresentação, Pego oferece vitória aos seus adeptos (c/fotos e áudio)

CASA DO POVO DO PEGO 3 – CLUB DESPORTIVO PORTALEGRENSE 1

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Campo de Jogos do Pego – 2-09-2018

A formação sénior de futebol masculino da Secção Desportiva da Casa do Povo (SDCP) do Pego, que esta época irá disputar o campeonato da 2ª divisão distrital da Associação de Futebol de Santarém, apresentou-se aos sócios no domingo, dia 2 de setembro, perante os alentejanos do histórico Club Desportivo Portalegrense numa tarde quente, mas com boa afluência de público.

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Público em bom número para jogo de apresentação do Pego

Com “guarda de honra” assegurada pelos adversários e acompanhados por jovens promessas do clube, os atletas seniores e respectiva equipa técnica entraram no sintético, um a um, respondendo à chamada numa pequena cerimónia que serviu para receberem os aplausos de quem se deslocou ao Campo de Jogos de Pego.

Os jogadores do Pego foram chamados individualmente e acompanhados por atletas das camadas jovens do clube

A formação pegacha, que tinha empatado a zeros em Gáfete, com a equipa local, no passado dia 25 de agosto, procurava uma vitória em casa para coroar a festa de apresentação aos seus sócios e adeptos.

Perfilados, equipa técnica e jogadores receberam o aplauso do público

Com um plantel extenso, mas ainda em busca de mais soluções alternativas para determinadas posições, o técnico Fernando Rosado começou por apostar num onze rápido de modo a tentar surpreender o seu adversário, um histórico do futebol alentejano e nacional e foi normal que essa atitude desse frutos logo nos momentos inicias da contenda, com a equipa da casa a chegar ao primeiro tento através de um cabeceamento de Pinga.

O avançado respondeu da melhor forma a um excelente cruzamento teleguiado ao segundo poste onde apareceu sozinho perante uma defesa contrária “a ver jogar”.

Pinga e seus companheiros, celebram o primeiro tento pegacho

Tentava responder o Portalegrense, mas sem sucesso. Os pegachos iam contrariando as investidas alentejanas, procurando sempre saídas rápidas para o ataque, com maior predominância pelos flancos. Privilegiando um futebol a toda a largura do terreno, os comandados por Fernando Rosado não deixavam descansar os homens de Portalegre.

E é dessa forma, que em mais uma investida rápida pelo lado direito do seu ataque, Fábio Santos causa novamente o pânico entre a defensiva contrária e o Pego chega de forma natural ao segundo tento, resultado com se atinge o intervalo. O adversário criou a sua maior chance de golo no derradeiro minuto do primeiro tempo.

Com mestria, o Pego chega ao segundo tento pouco depois da meia hora de jogo

No reatamento, o técnico da casa efetua algumas alterações e com isso o futebol perdeu um pouco de qualidade, mas sem defraudar as expectativas dos adeptos que esperaram 25 minutos para celebrar o terceiro do Pego num bonito gesto técnico do jovem Luís Rodrigues merecedor de fortes aplausos da bancada.

Foi uma jogada que apanhou desprevenida a defesa do Portalegrense que, por essa altura, equilibrava a partida, procurando o golo que pudesse relançar a discussão do resultado.

A “festa” continuava com a obtenção do terceiro golo caseiro, por Luís Rodrigues

Com poucas opções no banco, o veterano Nuno Coelho (também técnico da equipa) sentiu o apelo de calçar as chuteiras e a sua presença em campo foi como que uma lufada de ar fresco nos seus comandados que se instalaram no meio campo dos da casa. E é dos pés do próprio Nuno Coelho que sai um bonito golo, com um forte remate de fora da área, sem hipóteses de defesa, dando uma maior justiça no marcador que não sofreu alteração até final.

Vitória justa da equipa da Casa do Povo do Pego que mostrou mais argumentos que o seu opositor e, dessa forma, coloriu a sua festa de apresentação para satisfação dos presentes.

Fernando Rosado é a aposta como treinador do Pego para a época 2018 / 2019

Fernando Rosado gostou do que viu e disso deu conta à reportagem do mediotejo.net onde referiu que o plantel ainda não está fechado, necessitando de mais dois ou três jogadores para posições chave de modo a ter maiores opções para encarar o campeonato com maior tranquilidade e onde o seu maior objectivo será dignificar a casa que representa, fazendo a melhor classificação possível que poderá passar por lutar pelos lugares cimeiros e a consequente subida ao escalão maior do distrito.

FICHA DE JOGO:

CASA DO POVO DO PEGO:

João Rosa, Daniel Patrício, Pinga, Duarte, Filipe Paulo, Marco Lino, Diogo Rosado, André Neves, Paulito, Fábio Santos (cap.) e Bernardo Duarte

Suplentes: Mário Lopes, André Silva, Rúben, Luís Rodrigues, João Rodrigues, Ricardo Alves, Magalhães, Fábio Duque, João Serras, André Batista e João Rui

Treinador: Fernando Rosado.

Foto de “família” da equipa sénior da Casa do Povo do Pego

CLUB DESPORTIVO PORTALEGRENSE:

Paulo Martins, Miguel David, Luís Matela, Cláudio Gutierres, André Aragonez, Cristiano Araújo (cap.), Diogo Neves, Pedro Gandum, Bruno Caldeira, Gonçalo Neves e Filipa Pacau

Suplentes: João Santana, Rodrigo Petas, Pedro Cerejo, André Rosa, Carlos Bagarbo e Nuno Coelho

Treinador: Nuno Coelho.

Club Desportivo Portalegrense, um “histórico” do futebol nacional

EQUIPA DE ARBITRAGEM:

Cristóvão Justo, Sérgio Fontinha e Nélson Rosa

Equipa de Arbitragem constituída por Cristóvão Justo, Sérgio Fontinha e Nélson Rosa

A festa do futebol regressa ao Pego já no próximo sábado, dia 8 de setembro, com a equipa senior feminina a se apresentar aos associados, num jogo com o União de Almeirim, marcado para as 16 horas.

No mesmo dia, para as 18 horas, está agendado o jogo entre os seniores masculinos com o União de Tomar. A equipa senior do Pego voltará a pisar o sintético no dia seguinte, domingo, dia 9, onde receberão o Crato para mais uma partida de preparação com vista à participação no campeonato da II Divisão Distrital da AF Santarém.

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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