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Segunda-feira, Outubro 25, 2021

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Futebol | Benfica de Abrantes cilindra Sardoal e lidera isolado só com goleadas (c/fotos e áudio)

S. ABRANTES E BENFICA 9 – G. D. R. “OS LAGARTOS” DE SARDOAL 1
Séria A – 3ª Jornada
Estádio Municipal de Abrantes – Campo nº 1
21-10-2018

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Jogo de sentido único do primeiro ao nonagésimo minuto.

A formação sénior do Sport Abrantes e Benfica recebeu e goleou os vizinhos de Sardoal por expressivos 9 a 1, resultado que espelha bem as diferentes ambições de ambos os conjuntos para esta época. O SAB lidera isolado a série A da 2ª divisão distrital, somando três vitórias nos três jogos disputados. O que impressiona é a veia goleadora da equipa treinada por Seninho tendo a sua equipa apontado 19 golos nos três desafios disputados. Sofreu apenas um golo e esse foi marcado pela equipa de Sardoal.

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Nelson Santos cotou-se como um dos melhores em campo com um punhado de boas defesas que evitaram males (ainda) maiores para a sua equipa.

Jogo de sentido único do primeiro ao nonagésimo minuto, com “Os Lagartos” sempre pouco agressivos no ataque à bola e sem grandes soluções perante os encarnados que nem precisaram de se aplicar ao máximo para construir um resultado que até poderia ser mais expressivo, não fora a excelente exibição do guardião Nelson Santos que se cotou como um dos melhores em campo com um punhado de boas defesas.

O Sport Abrantes e Benfica começou a construir a goleada logo aos 9 minutos da partida.

Bastaram 9 minutos para o Sport Abrantes e Benfica começar a construir a goleada. Rui Sousa, na transformação de um livre direto, inaugura o marcador que se viria a avolumar ao longo da partida. À passagem do quarto de hora e já com quatro pontapés de canto a seu favor, o SAB amplia a vantagem, desta feita por Miguel Catarino.

A formação orientada por Nuno Tavares e que viajou de Sardoal não conseguia desapertar o espartilho em que estava metido e só aos 18 minutos consegue abeirar-se da defensiva local, mas Zé Heitor foi apanhado na “teia” do fora de jogo.

“Os Lagartos” de Sardoal raramente conseguiu sair do espartilho em que estava metido.

Durante toda a primeira metade do jogo apenas por uma vez os sardoalenses estiveram perto do golo com um remate de longe de Adriano que ia surpreendendo o guardião benfiquista que se encontrava ligeiramente adiantado. Com uma defesa de recurso, consegue anular o perigo atirando pela linha de fundo.

Passavam 35 minutos desde o apito inicial de Miguel Marques. No entanto, um minuto depois e no seguimento da marcação do canto, os abrantinos recuperam o esférico e desenham a jogada que dá origem ao seu terceiro tento apontado por Marcos Patrício.

Sempre com mais bola, os jogadores do Abrantes e Benfica controlaram o jogo.

O jogo não iria para intervalo sem nova oportunidade clara de golo para os locais, negada por Nelson Santos que, com um ligeiro toque, faz com que a bola resvale no travessão dando origem ao último canto e último lance da primeira parte.

O reatamento faz-se com o quarto tento dos vermelhos de Abrantes e com a “abrir de livro” de Hélio Ocante. Remate potente e vistoso, desta vez sem hipóteses para o guardião lagarto.

Hélio Ocante, uma das figuras do encontro ao apontar quatro dos nove golos do SAB.

Hélio Ocante viria a tornar-se uma das figuras do encontro uma vez que são dele quatro dos nove golos do SAB. Bisa aos 15 minutos do segundo tempo, para repetir o “feito” aos 24 e 41, fechando a sua conta pessoal. Pelo meio, e para dar conta na “ficha de jogo”, ainda se regista o apontamento de Diogo Rocha.

Aos 25 minutos do segundo tempo, os 7 a 0 eram o reflexo do que se passava dentro das quatro linhas: um Benfica de Abrantes “q.b.” para uma equipa de Sardoal ainda em construção, com falta de rotinas e pouco motivada perante o poderio adversário.

A cerca de 15 minutos do final da partida, “Os Lagartos” obtêm o tento de honra por Zé Heitor.

Num dos poucos lances em que, após recuperação a meio-campo numa má reposição de linha lateral dos abrantinos, Kikas pega na bola, “rasga” a defesa contrária e “oferece” a Zé Heitor a oportunidade de fazer o tento de honra que não chegou para moralizar a equipa que sofreu mais dois golos até final do jogo.

Festa encarnada no relvado do Municipal de Abrantes.

Destaques para os quatro tentos de Hélio Ocante do SAB e para o guarda-redes Nelson Santos de “Os Lagartos” que rubricou boa exibição apesar dos nove golos sofridos. Arbitragem sem problemas de maior, mas com “detalhes” a rever em futuras prestações assim como o deverão fazer ambas as formações. Vitória sem contestação da equipa com melhores argumentos e que, com ambições maiores, acabou por construir um resultado robusto e moralizador.

FICHA DO JOGO

SPORT ABRANTES E BENFICA:

Joel Dias, Miguel Catarino, Toni (cap.), Duarte Basílio, Diogo Rocha, Ricardo Amaral, João Reis, Rafael Silva, Rui Sousa, Marcos Patrício e Hélio Ocante.

Suplentes: Diogo Pascoal, José Pedro, Francisco Loureiro, Luís Silva, Bernardo Bexiga, Miguel Silva e Duarte Cabaço.

Treinador Adjunto: Hugo Mateus.

Equipa do Sport Abrantes e Benfica.

G. D. R. “OS LAGARTOS” DE SARDOAL:

Nelson Santos, Fábio Alves, Bacalhau, Rodrigo Antunes, Gonçalo Farinha, Marquitos, Adriano, Zé Heitor, Túlio Almeida, Kikas (cap.) e Rui Gato.

Suplentes: Alexandre Jorge, Fábio André, Diogo Pita, Filipe Rainho, Manuel Costa e João Morgado.

Treinador: Nuno Tavares.

Grupo Desportivo e Recreativo “Os Lagartos” de Sardoal.

GOLOS: Rui Sousa, Miguel Catarino, Marcos Patrício, Hélio Ocante (4), Diogo Rocha e José Pedro (SAB); Zé Heitor (“OS LAGARTOS”).

EQUIPA DE ARBITRAGEM:

Miguel Marques, Pedro Oliveira e João Lopes.

Trio de Arbitragem e Capitães.

No final, as declarações de ambos os técnicos não colidiram e foram claros nas suas abordagens ao jogo, com Paulo Seninho a não se mostrar muito satisfeito com a sua equipa apesar do resultado dilatado:

Paulo Seninho, responsável técnico do Sport Abrantes e Benfica.

Suspenso pela Associação de Futebol de Santarém e a aguardar resolução do recurso solicitado, Paulo Seninho não poderá sentar-se no banco durante três meses bem como o jogador Diogo Barrocas, este por dois meses. Também comentou a situação ao mediotejo.net, mostrando-se surpreendido com o timing da decisão e desgostoso com o castigo pesado ao seu atleta:

O técnico sardoalense Nuno Tavares, não escondeu a sua “frustração” pelo resultado e exibição, mas salientou as lições a tirar deste domingo:

Técnico sardoalense, Nuno Tavares.

A próxima jornada apresenta-nos um aliciante Pego – Sport Abrantes e Benfica num dérbi concelhio entre primeiro e segundo classificados da Série A da Segunda Divisão Distrital. “Os Lagartos” de Sardoal, “lanterna vermelha”, recebe no seu reduto o Aldeiense, ambos a quererem pontuar.

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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