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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Futebol | Abrantes e Benfica vence no Pego e isola-se no comando (c/fotos e audio)

CASA DO POVO DO PEGO 0 – SPORT ABRANTES E BENFICA 1

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Apuramento de Campeão – 2ª Jornada

Campo de Jogos do Pego – Pego – 07-04-2019

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Jogo de líderes no Campo de Jogos do Pego.

A formação do Sport Abrantes e Benfica venceu este domingo no sempre difícil terreno do Caso do Povo do Pego e assumiu a liderança (isolado) da Fase de Apuramento de Campeão. Mesmo numa altura precoce – ainda só passaram duas jornadas -, a turma de Paulo “Seninho” apresenta argumentos mais que suficientes para ser um grande candidato à subida de divisão e até mesmo para se vir a tornar no próximo campeão da divisão secundária do distrito de Santarém. A formação do Pego também mostrou ter “alma e crença” e tem tudo para estar nos lugares cimeiros da classificação quando se fizerem as contas finais do campeonato.

Durante a primeira metade da partida, os abrantinos dominaram por completo.

Já se previa um dérbi aceso entre duas equipas com ambições semelhantes e também se sabia que quem melhor entrasse na partida e a controlasse desde início seria aquela que no final poderia ser a mais feliz. E foi o que aconteceu, na realidade. Os encarnados de Abrantes entraram “mandões” tornando, desde cedo, difícil a tarefa dos pegachos que apresentaram grandes dificuldades em entrar no jogo.

Com um futebol mais rectilíneo e esclarecido, os homens da sede de concelho cedo mostraram ao que iam e logo nos primeiros instantes da partida dispuseram de liberdade para atacar o último reduto da formação de Fernando Rosado.

Fruto da sua intensidade, o Abrantes e Benfica chega ao golo ao minuto 12 por intermédio de “Toni”, capitão de equipa.

Após várias incursões no último reduto pegacho, os abrantinos chegam ao golo por intermédio do seu capitão de equipa quando o cronómetro marcava o minuto 12 da primeira metade da partida.

Duarte Basílio marca pontapé de canto no lado direito da forma como defendia o Pego, com o esférico a “espirrar” para uma zona onde se encontrava Toni que não desperdiçou. Com um remate bem colocado, fez a bola balançar as redes de João Rosa. Após algumas tentativas, o conjunto do Sport Abrantes e Benfica colocou-se (com inteira justiça) na frente do marcador com o golo 100 em jogos oficiais desta época desportiva.

Ao intervalo, o resultado mostrava-se escasso perante tantas oportunidades perdidas pelos encarnados.

As oportunidades do Abrantes e Benfica não se ficaram por aqui e a equipa “asfixiava” um Pego “dormente” que não conseguia contrariar o maior poderio dos adversários que, a cada jogada que elaboravam, davam “água pela barba” aos homens da casa. Aos 23 minutos, Bernardo bexiga dispõe de clara oportunidade para ampliar a vantagem, mas seria a vez de João Rosa brilhar com uma vistosa e oportuna defesa de grande nível. Os homens da Casa do Povo do Pego só aos 42 minutos, por intermédio de Paulito, na marcação de um livre directo, é que importunaram Joel Dias para uma defesa sem grandes problemas.

Primeiros 45 minutos de sentido único.

Na resposta, o poderoso avançado benfiquista Marcos Patrício chegou ligeiramente tarde a um cruzamento de Toni ao segundo poste onde era só preciso desviar o esférico para a baliza. Desperdiçava, dessa forma, mais uma grande chance para os benfiquistas poderem ir para o intervalo com maior folga no marcador o que não seria injusto, uma vez que foi a única equipa a praticar futebol de qualidade e a querer ganhar o jogo, neste primeiro tempo.

O descanso chegava com alguma contestação dos locais perante a arbitragem de João Conde e seus pares que, apesar de autoritários, mostraram alguma dificuldade em “segurar” um jogo que já se antevia ser de grau de exigência máxima para todos os protagonistas.

A formação da Casa do Povo do Pego registou melhorias no segundo tempo.

A segunda metade do jogo chegou com o Pego um pouco mais solto em campo, fruto de um maior recolhimento de linhas por parte do Abrantes e Benfica, mas também porque Fernando Rosado foi apostando em jogadores que, nas laterais, iam dando maior profundidade à sua equipa.

Mas o golo não aparecia e, aos 68 minutos, Diogo Rosado recebeu ordem de expulsão após se ter envolvido numa troca de “mimos” com Diogo Barrocas. Por indicação de um dos seus auxiliares, João Conde decide-se por mostrar cartão vermelho directo ao atleta do Pego e amarelo ao jogador encarnado.

Aproveitando a descida em campo dos jogadores do Benfica, o Pego conseguia chegar à baliza de Joel, mas sem grande perigo.

Se a situação já não estava fácil, mais complicada se tornou para os pegachos. Aproveitando o facto de estar a jogar com mais um elemento, Paulo “Seninho” decide mexer no seu xadrez, dotando os sectores mais recuados de mais músculo e de jogadores frescos, recuando assim as suas linhas e dando algum “descanso” a alguns dos seus atletas que começavam a dar mostras de algum cansaço após a excelente primeira parte que fizeram.

Ao mudar a sua táctica acabou por dar mais espaço à turma do Pego que, mesmo reduzida a dez unidades, veio para cima dos encarnados tendo até criado alguns momentos de maior aperto na defensiva dos abrantinos.

Mesmo em inferioridade numérica, os jogadores do Pego acreditaram até ao fim, mas sem êxito.

O jogo terminava assim com a vitória do Sport Abrantes e Benfica pelo resultado mínimo após uma primeira parte bastante perdulária dos encarnados onde poderiam ter construído um resultado mais folgado e uma segunda metade em que, mesmo em inferioridade numérica, o Pego conseguiu equilibrar a contenda, mas sem grandes oportunidades de golo quer para um, quer para outro lado.

Contudo, uma vitória justa num jogo onde apenas faltaram mais golos para melhor se entender o que se passou dentro das quatro linhas. Arbitragem difícil num jogo que também não foi fácil com lances de grau de dificuldade máxima, alguns no limite das regras do futebol.

O jogo terminava com a vitória justa do Sport Abrantes e Benfica.

FICHA DO JOGO:

CASA DO POVO DO PEGO:

João Rosa, Daniel Patrício, Fábio Duque, Bruno Ferreira, Pedro Alves, André Baptista, Pedro Rosado (cap.), Diogo Rosado, Paulito, Benny e Luís Rodrigues.

Suplentes: Mário Lopes, Filipe Paulo, Rodrigo Lourenço, Luís Vieira, João Roldão, Fábio Santos e André Neves.

Treinador: Fernando Rosado.

Onze inicial da equipa da Casa do Povo do Pego.

SPORT ABRANTES E BENFICA:

Joel Dias, Luís Ferreira, Toni (cap.), Duarte Basílio, Rui Sousa, Diogo Mateus, Diogo Barrocas, Bernardo Bexiga, Rafael Silva, José Pedro e Marcos Patrício.

Suplentes: Diogo Pascoal, Willson, Ricardo Campos, Manuel Victor, Luís Silva, Miguel Domingues e Rodrigo Carraceno.

Treinador: Paulo Seninho.

Jogadores do Sport Abrantes e Benfica celebram junto dos seus adeptos (foto facebook do Sport Abrantes e Benfica).

GOLOS: Toni (S. Abrantes e Benfica).

António Matos “Toni”, autor do único golo da partida.

EQUIPA DE ARBITRAGEM:

João Conde, João Lopes e Daniel Godinho

Trio de arbitragem e capitães de equipas.

Após o desfecho da partida, os treinadores das duas equipas analisaram as suas prestações, naturalmente com sentimentos diferentes:

Fernando Rosado, treinador da equipa da Casa do Povo do Pego.

 

Técnico do Sport Abrantes e Benfica, Paulo Alexandre “Seninho”.

 

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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