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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Francisco Madelino nomeado para presidente da Fundação INATEL, José Alho nomeado vogal

O economista Francisco Madelino foi nomeado para presidente da Fundação INATEL, sob proposta do ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, segundo resolução publicada na sexta-feira em Diário da República.

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Antigo presidente do Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) durante o governo de José Sócrates, Francisco Madelino, de 52 anos, substitui na presidência da Fundação INATEL Fernando Ribeiro Mendes, que foi secretário de Estado da Segurança Social (1995-99) e secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (2001-02).

Francisco Madelino é atualmente docente no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e presidente do Instituto de Políticas Públicas e Sociais, além de presidente da Assembleia Intermunicipal da Comunidade da Lezíria do Tejo.

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Para o cargo de vice-presidente do novo conselho de administração da Fundação INATEL foi nomeada a atriz e atual deputada pelo PS Inês de Medeiros.

O gestor e docente convidado do ISCTE.IUL e antigo vereador da Câmara Municipal de Lisboa Álvaro Carneiro mantém-se como vogal do conselho de administração da Fundação INATEL para o próximo triénio, de acordo com a resolução do Conselho de Ministros publicada em Diário da República, com efeito a partir de segunda-feira, 25 de janeiro.

O outro vogal é o biólogo José Alho, que desempenhou cargos autárquicos, nomeadamente como vereador e vice-presidente da Câmara Municipal de Ourém, e foi vice-presidente da Direção Nacional da Quercus e presidente da Direção Nacional da Liga para a Proteção da Natureza.

José Alho também presidiu ao Instituto de Promoção Ambiental e foi diretor regional de Florestas de Lisboa e Vale do Tejo, entre outros cargos. Atualmente trabalhava na Câmara Municipal de Abrantes. É cronista regular no jornal digital mediotejo.net.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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