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Domingo, Setembro 19, 2021

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Ferreira do Zêzere | PSD reafirma importância de helicóptero pesado na região

O deputado Duarte Marques (PSD), que em julho denunciou o facto dos três helicópteros pesados Kamov estarem então parados num hangar no norte do país, visitou esta semana o Centro de Meios Aéreos de Ferreira do Zêzere onde está localizado desde então um destes importantes meios de combate aos incêndios e um grupo de elementos do GIPS da GNR. Duarte Marques critica o facto do Kamov ter chegado com um mês de atraso à região Centro, e lembra que desde que aquele meio aéreo chegou já fez 2000 descargas de água.

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Segundo fomos “informados no terreno, desde que chegou à região este Kamov já fez 2 mil descargas de água em 33 missões de socorro num total de cerca de 90 horas de voo”, revela Duarte Marques em nota de imprensa.

“Vendo o desempenho até agora é revoltante saber que estes três meios aéreos estiveram fechados num hangar quando parte do país ardia violentamente e o Governo sem nada fazer para resolver este assunto. Se nunca duvidei da pertinência da denúncia que fiz na altura, depois de ver estes dados tenho a certeza que prestei um belo contributo para a segurança dos portugueses”, escreve o deputado social democrata.

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Esta visita, que teve como objetivo conhecer a forma como as diferentes instituições se articulam no terreno, “permitiu verificar as dificuldades ainda existentes e que de alguma forma têm sido ultrapassadas com o brio e empenho dos profissionais envolvidos”.

Segundo Duarte Marques , com este registo de operações “é hoje possível dizer que este meio aéreo pesado teria sido decisivo para impedir algumas tragédias se tivesse chegado a horas a esta região. Pelo registo, tem feito mil descargas por mês e no mês de julho deveria ter tido um papel determinante a impedir a progressão dos grandes fogos de Vila de Rei, Sertã e Mação”, fez notar o eleito.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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