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Ferreira do Zêzere | Primeiro polo da Universidade Aberta vai funcionar na vila (c/áudio)

“É, se calhar, uma das melhores iniciativas de 2021 no nosso concelho”, regozija-se o vereador Hélio Antunes, da Câmara de Ferreira do Zêzere, a propósito da aposta que a Universidade Aberta vai fazer na vila. Mas, mais do que a abertura de um polo desta instituição de ensino superior, é que a maior parte das suas grandes iniciativas vão passar por aqui.

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Na reunião do dia 26, o executivo aprovou o Protocolo de Cooperação com a Universidade Aberta que prevê a realização, em novembro, do I Fórum Institucional de Estudos Globais: Turismo, Globalização e Desenvolvimento Local e a criação daquele que será o primeiro CLACC-UAb – Centro Local de Ação Cultural e Científica da Universidade Aberta.

“Este é sem dúvida um grande projeto e a assinatura deste protocolo será uma grande mais-valia no desenvolvimento cultural e educativo do concelho”, realça o vereador Hélio Antunes, em declarações ao mediotejo.net

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Fóruns, palestras, seminários, de âmbito nacional e internacional, vão ter como palco Ferreira do Zêzere, naquele que, para o autarca, é um “projeto de grande envergadura que será bom para toda a região”. O Centro Local de Ação Cultural e Científica da Universidade Aberta, que vai funcionar no centro cultural da vila, será o primeiro do género em Portugal.

O projeto está vocacionado para alunos de doutoramento, mas também de outros níveis de ensino, e inclui um programa científico e cultural que não vai esquecer o público local, os jovens e a população adulta e também a população estrangeira residente no concelho.

A Universidade Aberta colaborou com o município na revisão da carta educativa, tem uma professora que está a residir no concelho e vai trabalhar diretamente no projeto.

Fundada em 1988, a Universidade Aberta (UAb) é a única instituição de ensino superior público a distância em Portugal.

Pela sua vocação e natureza, a UAb utiliza nas suas atividades de ensino, metodologias e tecnologias de ensino à distância orientadas para a educação sem fronteiras geográficas nem barreiras físicas, e dando especial enfoque à expansão da língua e da cultura portuguesas no espaço da lusofonia (comunidades migrantes e países de língua oficial portuguesa).

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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