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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Ferreira do Zêzere | Orçamento de 10 milhões para 2019 aprovado por maioria em Assembleia Municipal

*peça atualizada às 19h20 de 20 de novembro de 2018

O orçamento para 2019 de cerca de 10 milhões de euros (prevê-se que atinja os 14 milhões com o saldo de gerência) da Câmara de Ferreira do Zêzere foi aprovado por maioria na sessão de Assembleia Municipal de sexta-feira, 16 de novembro. Há um conjunto de projetos a decorrer em torno da aldeia de Dornes, mas o PS votou contra, tornando a repetir as críticas de falta de estratégia, com Carlos Salgado (PS) inclusive a comentar que esperava mais do presidente Jacinto Lopes (PSD).

A discussão foi aberta pela deputada Maria Fernanda Moura (PS), comentando que “vai ser mais do mesmo. Um ano vazio, sem projeto” e questionando o presidente sobre qual o plano a longo prazo para o concelho. Já o presidente de Chãos, Edmundo Freitas (PS), questionou o porquê das diferenças na atribuição de subsídios, nomeadamente o montante atribuído ao futsal. Da parte de Carlos Salgado ficou a consideração de que tinha mais expectativas da parte do executivo PSD, face às atuais condições do município.

“Parece que toda a gente este ano descobriu que o orçamento não tem estratégia”, começaria Jacinto Lopes, respondendo às interpelações. Destacando a posição de Ferreira do Zêzere ao nível da qualidade de vida no país, enumerou vários projetos em curso, nomeadamente para uma maior atratividade da aldeia de Dornes, como o enterramento de cabos elétricos. “Há várias coisas a fazer que estão a ser pensadas”, referiu.

“Ter as contas em dia é ter dinheiro na conta dos fregueses”, frisou, sendo que só assim se torna possível baixar, por exemplo, as taxas municipais. Sobre a diferença nas atribuições dos apoios, comentou que é a posição da Câmara Municipal.

O orçamento acabaria por ser aprovado com sete votos contra do PS e Carlos Salgado a lamentar mais uma vez o documento, afirmando que o presidente tem “qualidades para fazer um orçamento excecional”.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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