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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Ferreira do Zêzere | Novo plano da albufeira de Castelo do Bode contempla três piscinas fluviais

Na reunião da Agência Portuguesa do Ambiente, que está a elaborar o Programa Especial da Albufeira de Castelo do Bode (PEACB), com a comissão consultiva onde se incluem autarcas da região, realizada no dia 18 de junho, “ficaram fechadas de forma definitiva três piscinas fluviais: Bairradinha, Lago Azul e Dornes”.

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O anúncio foi feito pelo Presidente da Câmara de Ferreira do Zêzere, Jacinto Lopes, na sessão da Assembleia Municipal do dia 18 de junho.

O autarca adiantou que, “em princípio”, a área de cada piscina fluvial será de 300 m2. A que já existe, no Lago Azul, tem atualmente uma área de 200m2 e o novo plano permite que aumente 50 por cento.

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Ressalvou, no entanto, que esta conquista representa apenas um primeiro passo, porque é necessário executar os respetivos projetos.

Foi em 2018 que, por despacho da Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, o Governo determinou a elaboração do Programa Especial da Albufeira de Castelo do Bode (PEACB) para substituir o desatualizado Plano de Ordenamento da Albufeira de Castelo do Bode (POACB), datado de 2003.

No texto do despacho reconhece-se que o POACB “se encontra desajustado da atual realidade socioeconómica e do presente quadro legal e institucional que regula este tipo de instrumentos de gestão do território”. 

O novo documento define um conjunto de regras para os cerca de 60 quilómetros de albufeira e respetivas margens situadas nos concelhos de Abrantes, Ferreira do Zêzere, Figueiró dos Vinhos, Sardoal, Sertã, Tomar e Vila de Rei.

Com o futuro PEACB pretende-se “não apenas adaptar o POACB ao quadro normativo vigente, como também reponderar as soluções que encerra à luz das atuais circunstâncias, na perspetiva da salvaguarda dos recursos e valores naturais em presença”. Refere-se em especial a questão dos recursos hídricos, tendo em conta que na Albufeira de Castelo do Bode é captada água que abastece uma vasta região até Lisboa, abrangendo um universo de 3 milhões de consumidores.

O objetivo é criar-se “um instrumento de apoio à gestão da albufeira e da zona terrestre de proteção envolvente, assim como de articulação entre as diferentes entidades com competência na área de intervenção”.

Usufruir mas preservar tem sido o desafio até agora na Albufeira de Castelo do Bode e o futuro Programa vai procurar “identificar as zonas associadas ao plano de água mais adequadas para a conservação dos recursos naturais e as zonas mais aptas para atividades de recreio e lazer, providenciando os termos da compatibilidade e da complementaridade entre as diversas utilizações”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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