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Sábado, Julho 31, 2021

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Ferreira do Zêzere | Junta de Freguesia quer inaugurar nova sede antes do fim do ano

É na antiga Escola Conde Ferreira (Escola dos Castanheiros) que vai passar a funcionar, antes do fim do ano, a nova sede da Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere. A minuta do protocolo de cedência de instalações já foi aprovada pelo Executivo Camarário na reunião de 9 de outubro, faltando apenas a assinatura das duas partes.

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Naquela antiga escola funcionou até 2011 o Jardim de Infância da vila, mas antes foi também Delegação Escolar. Em 2017, a Câmara avançou com as obras de requalificação do edifício que custaram mais de 150 mil euros, mas sofreram um atraso uma vez que o primeiro empreiteiro entrou em processo de insolvência.

Pedro Alberto, Presidente da Junta, em declarações ao mediotejo.net, confirma que já recebeu a minuta do protocolo, mas ainda não foi analisada nem aprovada pelo seu Executivo.

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Depois de formalizada a cedência, é intenção da Junta fazer a mudança das atuais instalações, situadas num edifício camarário, na rua João da Costa, para as novas que o autarca classifica como “espetaculares”.

O objetivo é que no final do ano, a junta já esteja a funcionar na nova sede, prevendo-se que a última sessão da Assembleia de Freguesia já decorra nas novas instalações.

Das três salas que compunham a antiga escola, duas delas são mantidas e a outra é dividida em gabinetes, explica Pedro Alberto. Uma das salas maiores irá funcionar como salão nobre para as assembleias e a outra destina-se a atividades como ações de formação.

Quanto ao mobiliário e equipamento, a intenção é aproveitar o que Junta já dispõe, complementado com algum mobiliário novo.

Para o autarca, a Junta de Freguesia passa a ter “instalações muito boas, condignas e funcionais”.

O protocolo de cedência do imóvel foi aprovado na Câmara com a abstenção dos dois vereadores do PS. Bruno Gomes e Orlando Patrício discordaram com algumas cláusulas por “não dignificarem a boa e salutar relação entre as duas autarquias, podendo potenciar situações que ninguém deseja”.

 

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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